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Alerta! Descubra as causas do ronco e livre-se desse mal

  • 16 de julho de 2018
Ronco

As causas do ronco podem variar desde um problema simples e fácil de resolver até doenças sérias e que merecem maior atenção. Quer seja um caso, quer seja outro, o fato é que o ruído afeta não só a pessoa que sofre desse mal, mas também quem dorme ao seu lado, podendo até mesmo prejudicar o relacionamento.

Isso mostra que, da qualidade do sono à harmonia no casamento, o ronco tem grande influência no nosso dia a dia e, portanto, deve ser investigado. Há, por exemplo, dois tipos de ronco: o posicional e o rítmico. Cada um deles obedece a características únicas e pode ser originado por causas bem distintas.

Pensando nisso, vamos fornecer, neste artigo, as principais informações sobre esse problema. Continue a leitura para entender os motivos pelos quais uma pessoa ronca e aprender a se livrar desse mal agora mesmo!

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Quais são as causas do ronco?

O ronco é uma condição anormal da respiração que acontece durante o sono. Do ponto de vista fisiológico, ocorre um estreitamento das vias respiratórias superiores, o que impede a correta passagem de ar para os pulmões. Consequentemente, acontecem vibrações na garganta que produzem o barulho típico e desagradável do ronco.

Como mencionamos no início de nossa conversa, o ronco pode ser dividido em duas categorias: rítmico e posicional. O primeiro produz sons ritmados, como o próprio nome já indica, e conta, inclusive, com alguns intervalos de completo silêncio; já o posicional é caracterizado por ser um barulho constante.

Existem vários motivos para isso acontecer, desde condições simples até doenças graves. Veja!

Posição de dormir

posição de dormir pode afetar o sono e, nesse sentido, é normal roncar quando se está de barriga para cima. O ruído acontece porque essa posição favorece o relaxamento da língua, causando uma vibração na região da boca, laringe e úvula (a famosa campainha no fundo do céu da boca).

A maioria dos roncos provocados pela posição de dormir são do tipo posicional e, em grande parte dos casos, não são causados por alguma patologia em particular. No entanto, investigar as causas é sempre recomendado!

Condições do organismo

Alguns problemas anatômicos e fisiológicos também podem causar o ronco, como:

  • flacidez da musculatura da garganta;
  • desvio do septo;
  • úvula aumentada;
  • palato grosso;
  • mandíbula pequena;
  • queixo retraído;
  • adenoides grandes.

Fatores genéticos também podem causar espessamento dos tecidos da garganta e da língua, gerando obstrução da passagem de ar e, por conseguinte, o ruído intenso do ronco.

Problemas de saúde

O ronco também pode estar relacionado a problemas de saúde, como gripe, amigdalite e sinusite. Alergias e rinite podem igualmente congestionar as vias nasais, levando a pessoa a respirar pela boca e, consequentemente, a roncar.

peso também pode ter sua participação no problema. Em pessoas obesas, o ruído ocorre devido à grande quantidade de gordura na região do pescoço, o que aumenta a vibração da respiração causada pelo relaxamento da língua ao dormir.

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Alterações anatômicas

Algumas vezes, o ronco também pode ser causado por alterações na anatomia dos indivíduos que sofrem com esse problema. Essas mudanças podem ser originadas por doenças, por fatores ambientais ou até mesmo ter um caráter hereditário. A investigação é, portanto, sempre recomendada.

Entre as alterações mais comumente observadas, podemos citar o excesso de tecido na garganta, a hipertrofia dos cornetos nasais e a presença de volume excessivo em estruturas como as amígdalas ou a língua.

Apneia do sono

Umas das principais causas do ronco é a apneia, distúrbio em que ocorre o fechamento da faringe. A pessoa para de respirar por mais de 10 segundos enquanto dorme e pode ter uma queda do nível de oxigênio no sangue.

Embora o problema seja comum, é algo muito sério e deve ser tratado. Além de a apneia do sono provocar o ronco, ela aumenta as chances de complicações mais graves, como AVC, hipertensão, problemas cardíacos e infarto, acarretando diminuição da expectativa de vida.

Quais são os impactos que o ronco traz para a vida dos acometidos?

Roncar não é nada legal, não é mesmo? Esse tipo de problema afeta tanto o próprio paciente quanto aqueles que convivem com ele. A seguir, veremos algumas das principais consequências negativas do ronco para a nossa saúde:

Sonolência diurna

Noites maldormidas são responsáveis por problemas diretos com a sonolência durante o dia. Isso, pouco a pouco, prejudica muito a qualidade de vida.

Cansaço

O cansaço é um outro reflexo comumente observado em pacientes que sofrem com o ronco. Dormir pouco e noites com um sono de má qualidade fazem com que o indivíduo se sinta muito cansado no dia seguinte. Além disso, toda a família pode ser acometida por esse problema.

Dores de cabeça

As dores de cabeça são uma queixa relativamente comum entre as pessoas que roncam. Ela é causada tanto pelo estresse quanto pela falta de sono de qualidade. Outro fator causador é a redução da oxigenação durante o período noturno, o que pode fazer com que a dor esteja presente.

Problemas de memorização

Durante o sono, o nosso cérebro faz um levantamento de todas as informações aprendidas, fixando as que são importantes e descartando as que não têm relevância. Quando dormimos mal, muitas vezes, aquilo que devia ser retido é deletado pela nossa mente, causando problemas sérios de memorização.

Irritabilidade

Por fim, outra consequência dos roncos é a irritabilidade. Afinal, dormir mal é algo realmente estressante, que nos deixa cansados e que limita a qualidade de vida e a produtividade no dia seguinte. Portanto, alterações no humor não são incomuns para esses pacientes.

Quem sofre com esse mal?

É importante saber que o ronco afeta tanto homens quanto mulheres, embora, nas narrativas que vemos sobre relações conjugais, o marido pareça ser, mais frequentemente, a vítima do problema e, ao mesmo tempo, o vilão das noites maldormidas do casal.

Apesar de atingir mais os homens, as mulheres também podem roncar, principalmente a partir da menopausa — fase em que ocorrem mudanças hormonais e, consequentemente, acúmulo de gordura e flacidez muscular.

Seja homem, seja mulher, é preciso frisar que o dono do barulho perturbador tem a própria qualidade de vida prejudicada, além de atrapalhar o sono de quem dorme no mesmo colchão ou até em quartos adjacentes.

Portanto, procurar um tratamento para eliminar de vez esse mal é imprescindível para preservar a saúde de toda a família.

Como tratar o ronco?

Conhecendo as causas do ronco, é possível curar o problema de acordo com as especificidades de cada paciente. Veja algumas formas de terapia contra o problema!

Aparelhos

Se a causa do ronco está na anatomia do paciente, aparelhos recomendados por médicos ou dentistas podem resolver o problema. Implantes palatais ou próteses dentárias para alinhamento dos dentes, por exemplo, evitam as vibrações indesejadas.

Para casos leves de ronco, existe um aparelho específico para evitar o ruído. Ele é colocado na boca com a função de avançar a posição da mandíbula durante o sono. Assim, o espaço para a passagem de ar fica maior, e as vibrações não ocorrem.

Já no caso da apneia do sono, existe um aparelho portátil, o CPAP (sigla do inglês para “pressão positiva contínua nas vias aéreas”). Ele é conectado ao nariz e fornece ar com pressão ao paciente. Assim, ele não sofre parada respiratória e também não ronca.

Cirurgia

Em casos como desvio de septo, carnes esponjosas e amígdalas hipertrofiadas, o médico pode indicar a intervenção cirúrgica. Operações faciais, rinoplastia e tratamentos cirúrgicos odontológicos podem ajudar a resolver o problema respiratório do paciente, eliminando o ronco e dando a ele mais qualidade de vida.

Esse tipo de abordagem, no entanto, demanda uma investigação aprofundada sobre as causas do problema. Portanto, para saber se um caso é ou não cirúrgico, é necessário se consultar com um especialista no assunto, que, com base em exames e no conhecimento adquirido ao longo da formação, identificará qual é o melhor caminho a ser seguido no tratamento.

Exercícios

Atividades físicas, como corrida, natação e yoga, podem ser eficientes no tratamento contra o ronco, já que ajudam a controlar o peso, melhoram a qualidade do sono e contribuem para a saúde do sistema respiratório.

Existem, ainda, exercícios próprios para roncadores, que fortalecem os músculos da garganta, língua e palato mole. As técnicas evitam as interrupções do sono apneico e reduzem os sintomas de roncos muito altos. Nesse caso, os exercícios podem ser orientados por um fonoaudiólogo.

Medicamentos

Em casos de alergias e rinite, por exemplo, pode ser necessário o uso de medicamentos para desobstrução nasal. Esse tipo de ronco geralmente é de fácil resolução e não apresenta grandes riscos para a saúde.

Mais uma vez, precisamos falar sobre a importância da consulta com um profissional qualificado. Vale ressaltar que a automedicação não é recomendada e, nesses casos, deve-se tratar a alergia com um médico especialista.

Comportamento

Dependendo do caso, a simples mudança comportamental pode resolver o problema. Criar o hábito, por exemplo, de dormir de lado e cuidar para não ficar com sobrepeso podem ser atitudes suficientes para prevenir roncos leves.

Além disso, parar de fumar, diminuir o consumo de álcool e evitar medicamentos como soníferos e relaxantes ajuda a diminuir os sintomas.

Colchão

Às vezes, a causa de um problema pode estar onde menos se espera. Já imaginou que o seu colchão pode influenciar nesse terrível barulho? É isso mesmo! Um bom colchão é tão importante para uma boa noite de sono, que é capaz até mesmo de impedir o ronco.

Por isso, recomenda-se trocar colchões que já perderam a sua vida útil. Um colchão adequado mantém o corpo na posição correta e proporciona conforto para dormir bem e evitar os roncos.

Agora que você conhece as principais causas do ronco e sabe como se livrar dessa poluição sonora, garanta mais qualidade ao seu sono. Mude, sempre que necessário, os seus hábitos e o seu estilo de vida e procure o auxílio de um profissional qualificado para ajudá-lo a decidir a melhor abordagem para o seu caso!

Para acabar com as noites maldormidas e não atrapalhar o sono da família, conheça quais são os principais os tipos de colchão e saiba qual é o ideal para trazer mais conforto e bem-estar para sua vida! Com um sono mais tranquilo, o aumento da produtividade e da qualidade de vida estarão garantidos!

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