Relaxamento

Você conhece os distúrbios do sono? Descubra!

  • 29 de julho de 2017
Você conhece os distúrbios do sono? Descubra! | Americanflex

Dormir bem é uma das melhores experiências que podemos ter. Nada mais natural, já que essa é uma maneira de relaxar e se sentir revigorado para um novo dia cheio de atribuições.

Se você não acredita, lide com algum dos diversos distúrbios do sono existentes e perceba como esse período de descanso é crucial e faz falta!

Caso você possua problemas para dormir, deve querer se informar um pouco mais sobre o assunto, não é mesmo?

Conheça, então, quais são os principais distúrbios e como tratar de cada caso. Ficou curioso? Então vamos juntos nessa descoberta!

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O que são os distúrbios do sono?

Como o próprio nome indica, eles representam uma dificuldade na hora de dormir. Um período completo de sono tem 4 fases — e cada uma delas é responsável por uma atividade diferente e contribui para o processo de renovação.

Isso significa que quando você lida com distúrbios do sono, é bem provável que tenha prejuízos neste período de recuperação, já que ele não é totalmente eficiente.

Para você ter uma ideia, mais de 100 irregularidades já foram descobertas — abrangendo desde a dificuldade de adormecer até comportamentos incomuns durante o sono.

Quais são os principais distúrbios?

Conheça hoje alguns dos distúrbios de sono mais comuns e saiba como lidar com cada um deles.

Insônia

Sejamos francos: a insônia talvez seja o distúrbio mais comum e você, certamente, conhece ou já ouviu falar de alguém que tem dificuldade em adormecer ou permanecer dormindo, certo?

O que poucas pessoas sabem é que o problema pode se revelar de três maneiras: com um perfil mais transitório (aparecendo e desaparecendo de tempos em tempos), durando em média 2 semanas (curto prazo) ou ainda ter uma duração maior (crônico).

Além disso, vale lembrar que esse distúrbio também traz outros sintomas. Eles incluem uma certa condição de estresse, o desajuste do relógio interno do organismo (que percebe dias e noites de maneira diferente), esquecimentos recorrentes e dificuldades de raciocínio.

Apneia obstrutiva do sono

Esse é um dos distúrbios do sono mais perigosos. Pense que estamos tratando aqui do fechamento da via aérea enquanto a pessoa dorme.

Como pode durar até 20 segundos, essa obstrução pode até mesmo provocar a falta de ar — o que, sem sombra de dúvidas, merece uma atenção especial.

Como é difícil perceber a apneia obstrutiva, vale a pena levar em consideração sempre que alguém reclamar do ronco. Isso acontece porque um dos principais sintomas é um ronco mais barulhento do que o normal.

Embora seja menos comentado, vale lembrar que esse distúrbio também é bem comum. Estima-se que 30% das pessoas acima de 50 anos sofrem com apneia — a taxa representa 5% da população geral.

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Privação crônica de sono (PCS)

Esse distúrbio acontece sempre que a pessoa dorme menos horas do que realmente necessita — seja voluntária ou involuntariamente. Como você deve imaginar, esse é um problema cada vez mais comum, já que nossas rotinas são corridas e estamos muito mais ligados e conectados, certo?

Isso significa que o sono vem perdendo o valor e, algumas vezes, é interpretado como perda de tempo, o que é um perigo. Na verdade, o sono tem um processo importantíssimo e pode ser um grande diferencial para o seu rendimento no trabalho.

Quando acontece de forma involuntária, a síndrome pode estar associada à luz, ao barulho ou até mesmo a condições ruins, como um colchão ruim ou temperatura inadequada. Quando é voluntária, a própria pessoa interrompe o período de sono para se envolver com outras atribuições.

Síndrome das pernas inquietas e dos movimentos periódicos

A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) atinge de 5% a 10% da população do país. Ela provoca um desconforto nas pernas, trazendo ansiedade para a pessoa e vontade de movimentá-la com mais frequência.

Isso faz com que a pessoa demore mais tempo para adormecer, principalmente porque o sintoma é percebido com mais frequência na hora que o indivíduo deita para dormir.

Já os Movimentos Periódicos dos Membros (MPM) atingem mais pessoas e, normalmente, quem sofre com a síndrome também apresenta das pernas inquietas também sofre com a de Movimentos Periódicos dos Membros. Eles fazem com que a pessoa se movimente de forma estereotipada, normalmente atingindo a parte inferior do corpo.

O diagnóstico é mais difícil nesse caso, sendo possível apenas com a ajuda do parceiro ou ainda com a polissonografia. Ainda assim, os dois distúrbios do sono podem ter uma associação com condição específica, tal como gestação, doenças renais, anemia, uso de medicação e outras.

Narcolepsia

Essa é uma síndrome que promove sonolência durante o dia, paralisia na hora de acordar e até alucinações no início ou no fim do sono. Como é bem específica, a narcolepsia normalmente tem uma relação com fatores genéticos.

Nesse caso, o próprio paciente percebe os sintomas e pode procurar a ajuda de um especialista para lidar melhor com a situação e atenuar os efeitos.

Hipersonia primária

Esse distúrbio também é conhecido por provocar uma sonolência excessiva por um período mínimo de 1 mês. Ela provoca episódios de sono prolongados — ou até mesmo a necessidade de o paciente dormir durante o dia.

As pessoas que sofrem com hipersonia têm a necessidade de dormir de 8 a 12 horas, ou seja, um período de tempo maior do que várias outras pessoas.

Como tratar dos distúrbios do sono?

Se você foi diagnosticado com algum desses distúrbios, é bom saber que existem tratamentos — e até mudanças na rotina e na alimentação — que podem melhorar a qualidade do seu descanso.

É importante lembrar que, por mais desregulado que seu sono esteja, é preciso fazer uma consulta com um especialista e não se automedicar.

O médico é o profissional mais indicado para reconhecer as especificidades de cada caso e os melhores tratamentos disponíveis. Ou seja, se você quer mesmo sair dessa condição, conte com a ajuda dele para potencializar suas chances de dormir melhor.

Além disso, existem tratamentos simples e complexos, dependendo sempre do paciente e das necessidades que cada doença impõe. Alguns exemplos são: os tratamentos com aparelhos intraorais, aparelho de pressão positiva e, em casos mais graves, procedimentos cirúrgicos.

Somado a isso, não poderíamos deixar de falar de fatores como estresse, ansiedade, obesidade, o sedentarismo e a qualidade do seu colchão.

Tudo isso pode influenciar o seu descanso e, dependendo do caso, diminuir ou aumentar os sintomas dos problemas listados neste post.

Depois de se informar sobre os distúrbios de sono mais comuns, ficou mais fácil entender sobre o assunto, não é mesmo? Fique atento e lembre-se de que dormir bem é fundamental para viver melhor! Para completar, veja como dormir bem é importante para sua saúde. Nos encontramos por lá!

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