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Conheça os principais distúrbios do sono e como lidar com eles

  • 16 de outubro de 2018
distúrbios do sono

Sabe aquele sono fora de hora, cansaço excessivo e sensação de acordar mais cansado do que quando foi dormir? Podem ser sintomas de distúrbios do sono, condições que afetam a qualidade do descanso, em função de dificuldades relacionadas ao sono.

Esses problemas afetam desde o repouso infantil até o sono na terceira idade, por isso, seus sintomas e tratamentos são bastante variados. A insônia, um dos distúrbios mais comuns, tem se tornado cada vez mais frequente na população, principalmente por uma de suas causas estar relacionada ao estresse e à ansiedade.

Nesse sentido, além de buscar tratamento médico, diversas condições do sono podem ser evitadas ou amenizadas com a mudança de hábitos e adoção de precauções que visam garantir uma noite bem-dormida.

Vale lembrar que a qualidade do sono é fundamental para a saúde e qualidade de vida, evitando riscos e problemas ao longo prazo.

Neste post vamos abordar o assunto em um panorama completo sobre os distúrbios do sono. Vamos explicar desde o conceito do problema, fases do sono até os problemas mais comuns, suas causas, sintomas e tratamentos. Além disso, daremos dicas de como evitá-los. Não deixe de ler!

O que é o distúrbio do sono

Trata-se de qualquer dificuldade relativa ao sono. Problemas de causas distintas que afetam a capacidade de dormir adequadamente, influenciando a qualidade do sono e, consequentemente, a saúde física e mental.

Muito se fala sobre a quantidade de horas de sono necessárias para um repouso adequado. No entanto, quando a pessoa sofre de algum distúrbio do sono, mesmo que durma muitas horas por noite, o corpo não funciona bem durante a vigília e o descanso não é efetivo.

Além disso, é durante o sono que ocorrem importantes funções do organismo, ligadas à memória, por exemplo, por isso ele é tão importante. Ao longo prazo, as consequências do sono deficiente podem modificar o metabolismo, comprometer o sistema cardiovascular e levar ao desenvolvimento de doenças e disfunções.

Fases do sono

O sono é dividido em quatro fases, sendo cada uma delas responsável por atividades específicas. Qualquer alteração ou dificuldade em uma das fases do sono constitui um distúrbio. Conheça quais são elas:

  • fase 1: transição entre a vigília e o sono. Ao escurecer, o organismo libera melatonina, induzindo à sonolência. Abrange cerca de 10% da noite;
  • fase 2: sono leve, ocorre o relaxamento muscular, diminuição da frequência cardíaca e da temperatura corpórea. Envolve 45% da noite;
  • fase 3: o metabolismo cai ainda mais, todo o funcionamento o corpo se torna mais lento, respiração leve e ritmo cardíaco suave. Essa fase dura, em média, 25% da noite;
  • fase 4 ou fase REM: sono profundo, conhecido pela sigla REM, do inglês Rapid Eye Movement (movimento rápido dos olhos). É nela que acontecem os sonhos. É caracterizada por descargas de adrenalina, picos de batimentos cardíacos e pressão arterial. Corresponde a 20% da noite.

Ao longo das fases iniciais, o corpo poupa energia, promovendo a restauração dos tecidos, o aumento da massa muscular e a liberação do hormônio de crescimento, até chegar à fase REM. É nela que a memória e o aprendizado são consolidados.

Se durante qualquer uma dessas fases a pessoa tiver o sono interrompido, ela volta imediatamente à fase 1, e todo o processo fica comprometido. Por isso, qualquer distúrbio, por mais leve que seja, afeta todo o ciclo.

Categorias

Existem mais de 100 distúrbios do sono identificados, sendo agrupados em quatro categorias, as quais apresentamos a seguir. Veja!

Dificuldade para adormecer ou permanecer dormindo

A insônia é o distúrbio do sono mais comum e conhecido no mundo. Ela se manifesta de diversas maneiras, seja pela dificuldade de adormecer, de voltar a dormir após um despertar involuntário e de permanecer dormindo, ou pela falta de sono intermitente e por acordar muito cedo.

Todas essas manifestações de insônia podem ocorrer em episódios que:

  • aparecem e desaparecem — transitório;
  • duram de duas a três semanas — curta duração;
  • têm longa duração — crônico.

Distúrbios dessas categorias podem ter diversas origens, de fisiológicas a emocionais ou comportamentais. Podemos citar como exemplos:

  • insônia psicofisiológica: nesse caso, o estresse decorrente da insônia agrava a dificuldade para adormecer;
  • distúrbio do sono com dependência de estimulantes: acontece quando o indivíduo para de tomar ou adquire dependência de determinados estimulantes;
  • distúrbio do sono com dependência de hipnóticos: ocorre quando o indivíduo desenvolve tolerância aos medicamentos para dormir ou está em crise de abstinência;
  • síndrome do atraso da fase do sono: nesse caso, o relógio interno não está em sincronia com as fases de dia e noite aceitas pelo senso comum.

Dificuldade em se manter acordado

Caracterizado pela sonolência excessiva, esse tipo de distúrbio do sono é chamado de hipersônia. Assim como acontece com a insônia, suas causas são variadas — a depressão é um exemplo.

Entre as hipersônias mais comuns estão a narcolepsia, a apneia do sono, o distúrbio do movimento periódico dos membros e a síndrome das pernas inquietas. Além da hipersônia idiopática e a sonolência excessiva sem causa identificável.

Problemas para estabelecer uma rotina de sono

Aqui estão agrupados os distúrbios do sono decorrentes de situações que dificultam a manutenção de uma rotina de sono e despertar consistente. Por exemplo, durante viagens para localidades com diferenças de fuso horário e, também, pessoas que trabalham turnos com escalas alternadas, especialmente no turno da noite.

Situações como essas tendem a desencadear distúrbios de interrupção do sono, como a Síndrome do Jet Lag, distúrbios da transição sono vigília, distúrbio do trabalho em turnos e a insônia paradoxal, em que a pessoa dorme um número de horas diferente do que ela acredita.

Comportamentos anormais durante o sono

Por fim, os comportamentos anormais que ocorrem durante o sono são chamados de parassonia. Tratam-se de ações involuntárias que ocorrem enquanto a pessoa está dormindo, afetando a qualidade do descanso. Eles são muito comuns em crianças

Nesse caso, destacam-se o sonambulismo, quando a pessoa pode falar e até levantar durante o sono, e os terrores noturnos, como manifestações de medo intenso, choro, agitação, irritação e confusão. Além disso, também existe o distúrbio comportamental do sono REM, um tipo de psicose em que a pessoa interpreta violenta e agressivamente os seus sonhos, podendo machucar terceiros ou a si mesmo.

Tipos de distúrbios e seus sintomas

Agora que você já sabe como funciona o ciclo do sono e como se dividem os problemas que o afetam, vamos falar mais detalhadamente sobre os principais distúrbios e quais os seus sintomas. Confira!

Insônia

Trata-se da dificuldade em pegar no sono, podendo se manifestar também por diversos despertares ao longo da noite, com dificuldade para adormecer novamente. Os principais sintomas estão relacionados ao descanso insuficiente, a pessoa que sofre de insônia fica mal humorada e extremamente cansada, pode apresentar dores de cabeça e no corpo, irritabilidade e dificuldade de focar atenção.

Suas causas são diversas, desde ansiedade, depressão e estresse até a utilização de medicamentos, maus hábitos e outras disfunções do sono. Além disso, algumas doenças respiratórias ou que causem dor e alterações hormonais podem causar dificuldades para dormir.

Os riscos estão associados à baixa concentração e desatenção, podendo o insone causar acidentes no trânsito e no trabalho. Além disso, a insônia pode levar o indivíduo a desenvolver doenças cardíacas e respiratórias.

Apneia do sono

Essa mazela é causada por uma obstrução total ou parcial na garganta, impedindo o fluxo de ar. A diminuição ou interrupção da respiração durante o sono pode levar a pessoa a despertar.

Seu sintoma mais conhecido é o ronco alto, mas a pessoa que sofre com esse problema também pode ficar sonolenta durante o dia.

O principal fator de risco para a apneia do sono é a obesidade, uma vez que o excesso de peso causa um aumento da língua, fazendo com que ela pese em direção à faringe, fechando a passagem de ar. Além disso, o envelhecimento e alterações anatômicas podem ser responsáveis.

Narcolepsia

Embora relativamente conhecido por já ter sido retratado em filmes e na TV, a narcolepsia é bastante rara. Trata-se de um sono incontrolável, levando o portador da condição a perder as forças e apagar de repente.

É causada pela falta de uma proteína no cérebro, podendo ser tratada com medicamentos que aliviam os sintomas.

Bruxismo

Consiste em ranger ou apertar os dentes involuntariamente enquanto está dormindo. O problema causa dores na mandíbula e de cabeça, desgaste dos dentes, mordida desconfortável e problemas de gengiva.

Essa condição, em geral, é causada pelo estresse, ansiedade e desalinhamento da arcada dentária. Além de outros distúrbios do sono ou de problemas como o refluxo.

Sonambulismo

O sonâmbulo é a pessoa que fala ou anda dormindo. Bastante comum na infância, a condição tende a desaparecer com o tempo, porém, é apresentada por alguns adultos. Como as ações são realizadas sem consciência, em caso mais graves, é preciso tomar precauções para evitar acidentes.

O sonambulismo pode ser causado pelo estresse, mudanças na rotina, febre, ansiedade, agitação e até privação do sono e uso de alguns medicamentos.

Terror noturno

Assim como o sonambulismo, ele faz parte das parassonias. Ocorre frequentemente com crianças e é caracterizado por gritos e períodos de muita agitação durante o sono.

Ao contrário dos pesadelos, o terror acontece na fase não REM do sono, geralmente no início da noite, e ao acordar a criança não se lembra dele.

Embora não se saiba ao certo a causa, pode estar associado à febre e mudanças na rotina, como uma agitação próxima da hora de dormir. Fatores emocionais também devem ser investigados, mas quando se manifesta em crianças, o problema tende a desaparecer.

Síndrome das pernas inquietas

Uma vontade incontrolável de balançar as pernas para aliviar algum desconforto, geralmente antes de adormecer. Essa necessidade acaba por provocar insônia em alguns casos.

Muitas vezes, sua causa é desconhecida, mas também pode ser associada a algumas condições, como a gravidez e deficiência de ferro, ou outras doenças, como diabetes, doença de Parkinson e doenças renais.

Tratamentos dos distúrbios do sono

O tratamento está diretamente ligado à causa do problema, por isso, pode variar desde a simples mudança de hábitos ao uso de medicamentos específicos.

Diagnóstico

No caso de qualquer dificuldade relacionada ao sono que provoque sintomas que afetam o dia a dia, como sonolência excessiva, irritabilidade e falta de concentração, é fundamental procurar um médico — clínico geral, neurologista ou médico do sono.

Ao longo prazo, esses sintomas podem trazer consequências maiores para a saúde, e a medicina já encontrou meios de tratar algumas dessas condições, ou, pelo menos, suavizar os seus sinais.

Para facilitar o diagnóstico, tenha em mãos uma lista com os sintomas e há quanto tempo eles surgiram. Além do histórico médico, com medicamentos ou suplementos de uso contínuo, dieta e outras condições médicas.

Para começar deve ser feito o diagnóstico que, em geral, é clínico, a partir de entrevista com o paciente e análise do seu histórico. Em alguns casos, como na apneia e em algumas insônias, o médico solicitará um exame de polissonografia. O paciente precisa dormir a noite toda no laboratório, onde o sono será monitorado, por meio da medição de diversos parâmetros.

Terapias

Dependendo do distúrbio e da causa, o tratamento envolve medidas gerais, como o controle do peso, evitar bebidas alcoólicas e cigarro e estabelecer uma rotina de relaxamento antes do sono. Outros casos podem exigir soluções mais específicas, como o uso de medicamentos para a narcolepsia e de uma placa de resina que protege os dentes, no caso de bruxismo.

Quando o diagnóstico é relacionado à apneia, o tratamento mais comum envolve o uso de um aparelho chamado CPAP (Pressão Positiva Contínua de Ar). Ele joga uma corrente contínua de ar pela boca. Embora seja incômodo nas primeiras noites, com o tempo os benefícios são percebidos na qualidade do sono e o paciente se sente mais revigorado e acaba se acostumando. Em alguns casos, é indicada cirurgia corretiva.

A insônia apresenta diversos tratamentos, desde a terapia cognitivo comportamental, que ajuda o paciente a reorganizar seus hábitos, até o uso de medicamentos. Já nos casos de sonambulismo e terror noturno não existe um tratamento específico, mas é possível evitar ou atenuar as crises olhando para as causas do problema.

Em outros casos, em que há outra doença associada, como na síndrome das pernas inquietas ou na apneia provocada por doenças respiratórias, é necessário buscar um especialista e tratar a origem do problema.

Além desses, a sonoterapia — tratamento em que o paciente é induzido ao sono profundo por meio de algumas técnicas, como a hipnose e uso de alguns medicamentos, sob acompanhamento médico — pode ser indicada para pessoas que apresentam dificuldades para dormir, como nos casos de insônia, sonambulismo, narcolepsia e outros.

Hábitos que perturbam o sono

Como vimos, diversos problemas do sono estão relacionados às causas comportamentais, ou seja, maus hábitos que interferem na qualidade do descanso, eventualmente desencadeando algum tipo de distúrbio do sono.

No entanto, como existem muitos mitos sobre o assunto — como acreditar que a TV ajuda a dormir e que o ronco é natural — listamos aqui alguns hábitos comuns, porém, nocivos ao sono:

  • praticar exercícios à noite: embora a prática de atividade libere endorfina, o que é muito bom para o sono, quando ocorre perto da hora de deitar pode ter efeito estimulante;
  • assistir TV ou fazer uso de outros equipamentos eletrônicos ao deitar: a luz branca de celulares e tablets inibe a produção de melatonina — o hormônio do sono;
  • tomar cafeína excessivamente ao longo do dia e principalmente à noite: essa prática pode colaborar para que você tenha dificuldades para relaxar e dormir;
  • consumir álcool com regularidade: embora um drink promova a sensação de relaxamento, o álcool promove um sono fragmentado, interferindo nas fases do sono;
  • fumar antes de dormir: assim como a cafeína, a nicotina é estimulante, por isso, dê a última tragada pelo menos uma hora antes de deitar-se;
  • tirar cochilos durante o dia: uma soneca de meia hora após o almoço pode ser revigorante, mas ultrapassar esse tempo ou tirar vários cochilos ao longo do dia pode ser prejudicial ao sono noturno;
  • deitar-se cedo demais: estabelecer uma rotina regular de sono é muito importante, respeitando os horários habituais.
  • jantar muito próximo à hora de deitar ou consumir alimentos pesados: a digestão será interrompida ao deitar, causando mal-estar, azia e refluxo;
  • beber muita água antes de deitar: se hidratar é muito importante, mas evite deixar para os últimos minutos, pois a bexiga cheia, com certeza, vai interromper o seu sono diversas vezes.

Como melhorar a qualidade do sono

Distúrbios do sono são uma condição clínica, e um médico deve ser consultado no sentido de diagnosticar a causa do problema e evitar contratempos futuros. No entanto, com algumas mudanças de hábitos associadas às outras medidas podem evitar suas manifestações, aliviando bastante os sintomas.

Tenha um ritual para dormir

Já parou pra pensar por que é mais fácil pegar no sono quando estamos de férias em uma casa de campo ou na praia? A correria do dia a dia e o excesso de informações e estímulos a que somos submetidos deixa o organismo em constante estado de alerta.

Por isso, é tão importante manter um ritual para desacelerar no final do dia, um banho quente, um copo de leite ou chá morno e a redução dos estímulos — visuais e sonoros — ajudam o corpo e a mente a relaxar, preparando o organismo para o sono. Além disso, a rotina também é fundamental para condicionar o organismo a dormir.

Invista em um bom colchão

Encontrar uma posição realmente confortável e que favorece o relaxamento adequado do corpo é essencial para uma boa noite de sono. Por isso, escolher o colchão ideal para o seu biótipo é fundamental para garantir o alinhamento da cabeça e coluna, evitando dores nas costas e cansaço no dia seguinte.

Na verdade, um colchão ruim oferece muitos perigos à saúde, podendo não só agravar distúrbios do sono, mas também gerar problemas ortopédicos, doenças cardiovasculares e queda da imunidade.

Além disso, é preciso tomar certos cuidados com o colchão para garantir a durabilidade indicada pelo fabricante, e trocá-lo quando estiver na hora.

Faça exercícios físicos regularmente

Praticar uma atividade física diariamente, ou cerca de três vezes por semana, fará o seu corpo gastar mais energia, aumentando a necessidade de descanso. Além disso, o exercício promove a liberação de endorfina no organismo, provocando sensação de bem-estar, que favorece o relaxamento.

Entretanto, o exercício deve ser praticado até cinco ou seis horas antes do horário de dormir, pois ele também libera substâncias estimulantes. Mexer o corpo pela manhã é uma ótima maneira de regularizar o horário de ir deitar à noite.

Pratique meditação

O estresse e ansiedade são causas comuns de diversos tipos de distúrbio do sono. Por isso, a meditação pode ser uma forte aliada no combate às dificuldades para dormir.

Trata-se de uma técnica hindu, que consiste em esvaziar a mente de todos os pensamentos, buscando a estabilidade mental, o desenvolvimento pessoal e o autocontrole.

Dessa maneira, meditar antes de dormir ajuda a livrar a mente de preocupações do dia e de pensamentos negativos, levando ao relaxamento mental e corporal, ideais para uma noite tranquila.

Prepare o ambiente

Outro fator de grande influência sobre a qualidade do sono é o ambiente. O quarto deve ser preparado para a hora de dormir, o ideal é combinar silêncio, escuro e temperatura agradável.

A iluminação excessiva é uma das principais causas para a dificuldade de pegar no sono. Isso porque as células oculares percebem a luz, inclusive a azul emitida pelos aparelhos eletrônicos, e enviam uma mensagem para o cérebro que interrompe a produção de melatonina — hormônio que regulariza o ciclo circadiano.

Além de não deixar nenhum eletrônico ligado, o ideal é evitar também abajures e outras fontes de luz, pois a melatonina só é produzida no escuro total.

Use a cama apenas para dormir

Já falamos sobre o uso dispositivos eletrônicos e o péssimo hábito de assistir TV na hora de dormir. No entanto, outras atividades aparentemente inofensivas, como ler ou planejar as tarefas do dia seguinte também podem roubar seu sono.

O ideal é ir deitar apenas quando estiver com sono suficiente para fechar os olhos e adormecer, tendo resolvido todas as pendências do dia antes disso.

Os distúrbios do sono são mais comuns do que se imagina, porém, ninguém precisa sofrer suas consequências ou expor-se aos riscos maiores, a maioria deles tem tratamento. Conhecer os sintomas e as causas é fundamental para buscar ajuda, além de promover mudanças na rotina que melhorem a qualidade do sono.

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