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Afinal, quais fatores influenciam no sono infantil? Descubra aqui!

  • 28 de dezembro de 2018
sono infantil

Dormir bem é uma atividade necessária em todas as fases da vida. É graças a esse período que o corpo pode descansar, recarregar as energias e se refazer de modo adequado. Quanto ao sono infantil, ele é ainda mais importante.

No Reino Unido, por exemplo, as crianças têm tido uma dificuldade maior de se concentrar nas aulas devido à falta de descanso. A privação de sono, inclusive, gera impactos negativos no humor, na criatividade, no comportamento e no desempenho, em geral. Dormir bem é essencial para a qualidade de vida dos pequenos.

Para garantir que esse momento receba a atenção certa, veja os fatores que influenciam o sono para as crianças e quais são as características em cada fase da infância. Confira!

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Por que o sono do bebê é diferente do adulto?

Embora o ato de dormir seja natural ao ser humano, ele é se modifica de acordo com as idades. Um adulto tem necessidades bem variadas em relação às de um recém-nascido e, portanto, há algumas modificações no repouso.

Além de a necessidade quanto ao tempo ser diferente, há alterações na forma como o descanso ocorre. Pensando nisso, veja quais são as distinções de sono para bebês e adultos.

Ciclos de sono

O ciclo circadiano é o nome científico do “relógio biológico”. É esse processo que identifica o dia e a noite e determina a necessidade de descanso, de acordo com o período. É por causa desse ciclo que, conforme anoitece, um adulto tende a ficar cansado e propenso a dormir.

No caso do sono dos bebês, o processo é diferente. Especialmente entre os recém-nascidos, o mecanismo ainda não foi completamente desenvolvido. Então, os ciclos de descanso são muito mais simples entre quem nasceu há pouco tempo.

No caso dos adultos, é comum passar por quatro estágios, desde o sono leve até o pesado (que é conhecido como REM). Nesse último estágio, adultos passam de 90 a 120 minutos.

Com os recém-nascidos, é diferente. Em média, os pequenos dormem de 16 a 18 horas por dia. Desse total, 50% é no estágio REM. Isso torna o descanso naturalmente mais “pesado”, o que ajuda a indicar as diferenças sobre o padrão de repouso.

Interrupções durante a noite

Embora os recém-nascidos passem tanto tempo dormindo em sono REM, existe uma distinção entre os ciclos profundos e leves. Em média, a cada 3 ou 4 horas os pequenos entram em um estado leve, mesmo que brevemente.

Isso faz com que estejam suscetíveis a incômodos, como a fome. É por causa desse aspecto que os pais precisam acordar várias vezes durante a noite — ainda que o pequeno não esteja completamente desperto.

Com os adultos, não acontece a mesma coisa. O esperado é que a noite de sono seja contínua para que todos os ciclos sejam alcançados, conforme o necessário.

Criação de hábitos

A partir dos 6 meses, as crianças já conseguem adormecer sozinhas. No entanto, algumas pequenas atitudes podem se transformar em hábitos e atrapalhar o sono infantil ao longo do tempo.

Se um recém-nascido é acostumado a dormir com condições específicas, ele pode levar essas necessidades para as próximas fases. É o caso de ser embalado por movimento, por vozes ou por outras características pontuais. Com o passar dos dias, é cada vez mais difícil fazê-lo adormecer sem esses artifícios.

Com os adultos, a tendência é que isso não aconteça. Embora cada um tenha suas preferências, as pessoas sentem menos problemas para dormir mesmo diante da falta de certos hábitos.

Quanto tempo bebês e crianças dormem?

Em média, uma criança passa 40% da sua infância dormindo. Isso acontece porque, nos primeiros anos, a necessidade de sono é muito maior que a de um jovem ou de um adulto.

Dormir pelo tempo recomendado também é essencial para que o pequeno fique bem-disposto e desenvolva as principais habilidades. Então, nada melhor do que conhecer qual é o período ideal de sono infantil para cada fase da infância. Veja a seguir!

Até 2 meses

Nos dois primeiros meses de vida, o pequeno precisa dormir de 16 a 18 horas por dia. No entanto, nem todo o período é à noite.

Em média, há de 8 a 9 horas de sono noturno e de 7 a 9 horas de sonecas. É comum que sejam várias delas, como de 3 a 5. Como cada bebê é diferente, o descanso infantil não segue pontos únicos. Tal característica faz com que seja normal tirar um número maior ou menor de sestas.

De 2 a 4 meses

Nessa fase, há uma pequena mudança. O período médio é de 15 a 16 horas, com sono noturno de 9 a 10 horas e de 4 a 5 nas sonecas. O bebê começa a ter um ciclo circadiano definido e passa a reconhecer o dia e a noite com menos dificuldade.

De 4 a 6 meses

Já nessa idade, o período varia de 10 a 15 horas, das quais 10 são em sono noturno. Durante o dia, há 4 ou 5 horas divididas entre 2 sonecas. Nessa fase, os bebês já conseguem dormir a noite toda. Mesmo assim, é preciso garantir aspectos relativos à alimentação, ainda que o pequeno não esteja completamente desperto.

De 6 a 9 meses

Agora, o sono infantil requer cerca de 14 horas totais. Dessas, de 10 a 11 ocorrem durante a noite. O restante vem na forma de duas sonecas ao longo do dia, no máximo. Essa é uma fase em que o bebê já está ativo, curioso e capaz de responder a estímulos por mais tempo.

De 9 a 12 meses

Como ainda são recomendadas 14 horas de sono, pouca coisa muda em relação ao período anterior. A diferença é que, agora, há um maior tempo noturno: entre 10 e 12 horas. As sonecas ficam ligeiramente mais curtas, mas acontecem duas vezes ao dia, em momentos específicos.

De 12 a 18 meses

Nessa fase, há de 13 a 14 horas de repouso. Dessas, de 11 a 12 são ao longo do período noturno. Já as sonecas se tornam menos frequentes. Para a maioria dos pequenos, o sono infantil durante o dia acontece apenas uma vez.

De 18 a 24 meses

Dos 18 meses aos 2 anos, há uma transição importante. Agora, são necessárias de 13 a 14 horas de sono, das quais 11 são noturnas. O número de sonecas cai para apenas uma, o que garante uma criança mais ativa ao longo do dia.

De 2 a 6 anos

A partir dos 2 anos, uma nova modificação: até os 5 anos, em média, o tempo de sono diário cai para 12 horas. É comum que o pequeno já esteja inserido em um contexto com escola e em outras atividades. Então, a soneca pode ser eliminada em alguns cenários ou ser reduzida a uma pequena fração horária.

De 6 a 12 anos

Dos 6 a 12 anos, o período necessário de descanso cai para uma variação de 8,5 a 10 horas, por dia. Nessa fase, o sono infantil já passa por uma adaptação a fim de transicionar para a adolescência. Como resultado, o padrão é parecido com a vida adulta e, muitas vezes, não conta com sonecas.

Quais são as características do sono em cada idade?

Ao longo dos anos, muitos comportamentos se transformam — e um deles é o sono. Em cada idade, há um comportamento específico. Ao conhecer as principais características, é mais fácil entender a importância do repouso para as crianças e como elas descansam durante a vida. Tire as suas dúvidas e descubra como cada estágio se caracteriza!

De 0 a 3 meses

Como visto, o sono do recém-nascido é marcado pelo longo período, associado a um ciclo circadiano que ainda está em desenvolvimento. Em geral, 50% do período é no estado profundo REM, com o ritmo entre noite e dia em adaptação.

Nessa fase, há algumas interrupções durante a noite, e é frequente que o bebê consiga ficar acordado apenas 2 horas do dia.

De 6 meses a 2 anos

A partir dos 6 meses, o processo começa a ficar diferente. É comum que o pequeno seja capaz de dormir por até 6 horas ininterruptas. Em geral, há dois estágios do tipo, com uma pequena interrupção para a alimentação.

O sono também começa a assumir a fase progressiva. Ele passa para vários níveis e, só então, há o período REM ou ativo. Ao final dos dois anos, já existe um ciclo mais delimitado, que denota o amadurecimento que está em desenvolvimento.

De 2 a 6 anos

A partir dos dois anos, há uma evolução nos ciclos e nas características. O tempo de sono diminui, bem como os episódios de REM. De modo semelhante ao que acontece com os adultos, o repouso ativo aparece com maior intensidade na segunda metade da noite, após todas as fases iniciais serem cumpridas.

Com 5 anos, a criança atinge um nível de sono delta (última parada antes do REM), que perdura até os 10 anos. Nesse momento, as adaptações acontecem também de forma social e cultural. Afinal, o período é marcado pelo comparecimento à escola e outras atividades, o que leva a mudanças no padrão geral.

De 6 a 12 anos

Já na fase de 6 a 12 anos, começam a surgir alterações para consolidar as características como adulto. Então, há uma diminuição no total de sono profundo, com um aumento na transição ou no descanso inicial. Ao longo do tempo, há uma redução no número de ocorrências de repouso REM, o que traz mais equilíbrio.

Aos 10 anos, há uma nova mudança no sono delta, que sofre uma queda até os 20 anos. Nessa fase, ele passa por uma nova adaptação, a qual se consolida ao longo de toda a vida adulta.

Como criar uma rotina de sono para a criança?

A rotina é essencial para o sono infantil. Estabelecer etapas claras para o descanso ajuda o corpo a se acostumar com a hora de dormir e facilita o processo. Um estudo feito em 14 países, inclusive, confirma que crianças com rotinas dormem mais cedo, melhor e com continuidade.

Para que esses efeitos não sejam apenas sonhos em sua vida, veja quais são os aspectos importantes para acertar no ritual do sono.

Defina um horário, mas comece antes

Com o objetivo de criar uma rotina que realmente funcione, é preciso que ela tenha horários específicos para dormir e acordar, todos os dias. Isso vale, inclusive, para viagens, férias, feriados e outras datas. Sempre que possível, as definições devem ser cumpridas.

Porém, note que tudo não acontece um dia para o outro. Para favorecer o sono infantil, comece a criar o clima de descanso com a aproximação do combinado. Para bebês, a antecipação deve ser de 30 minutos e, para crianças mais velhas, de 30 a minutos, segundo um estudo da Nova Zelândia. Não se esqueça de avisar ao pequeno que a hora de dormir se aproxima. Assim, o corpo entra em um processo de relaxamento e de descanso.

Cuide das luzes com o passar das horas

A melatonina é considerada o hormônio do sono. A substância é produzida pelo organismo e ganha intensidade conforme escurece. Se dentro de casa tudo estiver ligado, o corpo fica confuso, e o sono infantil é prejudicado.

Então, o ideal é cuidar das luzes quando a hora de dormir se aproxima. Evite celulares, tablets e televisão de 30 a 60 minutos antes de adormecer, para que o organismo se acostume. Também é válido diminuir a intensidade das luzes e criar uma iluminação indireta. Quando for o momento de descansar, o bebê ou a criança estará prestes a repousar.

Realize atividades tranquilas

Não adianta abrir mão dos dispositivos eletrônicos e investir em brincadeiras agitadas, como as que fazem muitos movimentos ou barulho. O momento é de serenidade, então as atividades devem ser bem tranquilas.

Essa é a hora de dar um banho no pequeno, de trocar a sua fralda e/ou de ler uma historinha à meia-luz. Cuide do tom de voz, dos gestos e de todo o ambiente — essa é a chamada higiene do sono. Quanto mais tranquilo o lar estiver, mais fácil será para que a vontade de dormir chegue.

Ofereça algum poder de escolha

As crianças não devem decidir que horas desejam ir para a cama ou como todo o processo deve acontecer. Porém, as mais velhas podem, sim, tomar algumas decisões durante a rotina. Assim, elas se sentem integradas e consideram que têm algum controle.

Permita, por exemplo, que o seu filho selecione o pijama com o qual deseja dormir, entre algumas opções adequadas para o clima do dia. Deixe, também, que ele escolha a história a ser lida ou a música de ninar a ser cantada. Tudo isso melhora o relacionamento e torna o processo menos complicado.

Evite os hábitos ruins

Quando o sono infantil é um problema, muitos pais recorrem a ações que se transformam em repetições prejudiciais. É o caso de dormir embalando o bebê, com movimentos constantes. Ou de deixar uma criança mais velha adormecer na cama dos pais para depois levá-la para o próprio quarto. Além desses, há vários outros hábitos inadequados.

É importante evitá-los porque, uma vez consolidados, será difícil de desfazê-los. Em algum momento, isso significará birra ao dormir e dificuldade para conseguir pegar no sono.

Então, é relevante realizar atividades com a criança nessa hora, mas ela deve se embalar sozinha. Para garantir que isso aconteça, saia do quarto quando ela estiver relaxada, mas ainda acordada. Trata-se de algo que amplia o controle do repouso e gera hábitos melhores para o futuro.

Mantenha a atmosfera positiva

Se a intenção é não criar agitação na hora do descanso, tome cuidado para garantir uma atuação bem positiva. Esse é um momento especial e que pode — e deve — ser cercado de carinho.

Fazer uma massagem com loção especial, falar calmamente sobre o dia ou elogiar a criança são meios de deixá-la com uma emoção boa antes de dormir. Se for uma tradição entre vocês, vale cantar uma música de ninar ou dar boa noite para os bichinhos. O importante é manter a atmosfera calma e positiva para que o descanso venha rapidamente.

Esteja preparado para a mudança

Todos esses passos funcionam muito bem — até que eles deixam de funcionar de acordo com a idade ou com as necessidades. Como visto, o sono infantil varia em duração, intensidade e comportamento ao longo do tempo. Então, conforme a criança cresce, é normal que ocorram mudanças nesses hábitos.

O essencial é estar aberto às transformações e preparado para elas. Quando fica mais difícil para o pequeno adormecer de determinado jeito, por exemplo, há um sinal de que é hora de fazer a troca. Com as adaptações necessárias, o processo continuará a oferecer bons resultados.

Qual é a importância do colchão para o sono infantil?

Além de todas as questões da rotina, é preciso se preocupar com as características do quarto. Tudo tem que ser arrumado do modo certo para garantir que o sono infantil transcorra da melhor maneira.

É indispensável contar com a luz certa, acertar a temperatura e, é claro, ter um colchão bom. Principalmente quando o pequeno já usa uma cama, esse elemento é determinante para uma boa noite. A seguir, veja quais são os pontos que tornam esse item tão relevante.

Garante o conforto

Ao montar o quarto do bebê ou de uma criança mais velha, é preciso pensar que o colchão é determinante para a experiência na hora do sono. É nele em que o pequeno passará toda a noite e que garante, portanto, o conforto.

Sem uma boa escolha, há o risco de o pequeno sofrer com dores nas costas ou problemas posturais. Diante de uma situação do tipo, o sono infantil é prejudicado e se torna menos profundo ou prolongado. Por outro lado, um bom colchão ajuda a tornar as noites tranquilas.

Se a peça é de qualidade, há outros elementos que garantem a melhor experiência. O tecido, por exemplo, favorece o conforto térmico e evita que a criança acorde por causa do calor. Também há questões como a acomodação do corpo e o toque suave. Tudo isso é determinante para que a noite não tenha nenhum incômodo.

Mantém a cama segura

Um bom colchão torna a cama segura e protege a criança contra possíveis acidentes. Afinal, um item de qualidade tem molas ou uma espuma certificada, o que evita qualquer contratempo.

Também é um jeito de impedir que o pequeno fique em contato com a estrutura da cama, o que poderia levar à quebra de elementos de madeira, por exemplo. Com a densidade adequada e uma boa experiência, o colchão ainda auxilia a proteger o seu filho.

Ajuda a controlar problemas de saúde

Muitas crianças — especialmente, os bebês — sofrem com refluxo. Se o colchão não for escolhido do jeito certo, a posição do corpo favorece a ocorrência dessa situação incômoda.

Nesse caso, o uso de um colchão adequado aliado a uma manta massageadora é essencial. Além das ondulações, o produto ainda conta com algumas elevações, dependendo da necessidade. Como resultado, há uma diminuição de problemas gastroesofágicos e um período noturno mais tranquilo.

Melhora a qualidade do sono

Se a cama fica segura e confortável, é natural que o pequeno tenha uma experiência muito agradável. Para crianças que têm refluxo, as escolhas especiais ajudam a aliviar os sintomas e os efeitos.

Todos esses aspectos servem para melhorar a qualidade do repouso. Bebês e crianças mais velhas conseguem dormir por um tempo maior e têm menos problemas, como pesadelos ou paralisia noturna. Como a experiência é otimizada, o sono infantil é favorecido, e o corpo pode se desenvolver corretamente.

A escolha do colchão, portanto, não é determinante apenas para uma noite de sono. Ela ajuda a construir hábitos melhores e auxilia até nas funções corporais, como oxigenação, circulação e postura.

O sono infantil depende de várias questões — desde a idade até a rotina criada. Porém, também é importante considerar a aquisição do colchão. Ele é determinante para garantir conforto e segurança, então, é um componente indispensável para dormir melhor!

Já que escolher peças de qualidade é essencial, conheça a linha infantil da Americanflex e veja como garantir que o seu filho durma bem, todas as noites.

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