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5 dicas para saber se uma marca de colchão é realmente boa

  • 4 de outubro de 2018
marca de colchão

Com tantos modelos disponíveis, o consumidor acaba ficando confuso na hora de escolher o colchão ideal para dormir. Isso também acontece quando o critério selecionado é a marca de colchão. Afinal de contas, qual é a melhor?

A princípio, não dá para dizer que uma é superior a outra, pois a escolha deve levar em conta as características e as necessidades de cada pessoa. Porém, é inegável que existem marcas já conceituadas por oferecerem uma série de atributos vantajosos. Essas, sim, valem o seu investimento!

Elaboramos este artigo para apresentar 5 dicas de como saber se uma marca de colchão, de fato, é realmente boa. Acompanhe!

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1. Fique atento ao padrão de densidade

Um dos critérios mais importantes na hora de comprar um colchão é observar o padrão de densidade. Muitas vezes, as deformações surgidas ao longo do tempo não são sinal de baixa qualidade, mas de densidade inadequada.

O fato é que algumas marcas informam uma densidade que não corresponde à realidade. Isso acontece, principalmente, em colchões que não têm certificações e que, portanto, não passam por um controle de qualidade realizado por órgãos amplamente conhecidos e confiáveis.

Para quem não sabe, densidade do colchão é a quantidade de matéria-prima utilizada por metro cúbico no produto. Quanto maior a quantidade de espuma empregada na confecção, maior a densidade e, portanto, maior o peso que o item suporta.

Conforme especifica a norma NBR 13.579 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a densidade precisa estar adequada ao biótipo da pessoa que utilizará o colchão a fim de garantir o conforto durante o repouso e a durabilidade do produto.

Uma Tabela de Biótipos, desenvolvida pelo INER (Instituto Nacional de Estudos do Repouso), associa os oito tipos de densidade disponíveis no mercado aos respectivos peso e altura dos usuários, de recém-nascidos a adultos.

Para atestar a veracidade das informações contidas nos colchões, o INER criou um certificado de qualidade, o Pró-Espuma. A presença desse selo nos artigos de dormir é a garantia de que eles apresentam a densidade ideal, indicada com base na tabela.

Ao contrário do que muita gente imagina, os colchões de mola também suportam pesos e alturas diferentes, de acordo com o tipo de material utilizado em sua confecção — ensacadas, TriPower, LFK, entre outros. Por esse motivo, ao adquiri-lo é fundamental observar qual modelo adequa-se às suas necessidades.

2. Considere os materiais utilizados

Outro ponto importante são os materiais utilizados em um colchão. Uma determinada marca pode oferecer diferentes modelos de espuma, como a D33, além de tecidos, medidas e espessuras específicas. O tecido em malha de alta gramatura, por exemplo, está entre os melhores do mercado. Ele proporciona maciez e conforto, de forma a contribuir com excelentes noites de sono.

Como não poderia ser diferente, a qualidade da espuma e da mola é mais um quesito que deve ser levado em conta. Aliás, a escolha do tipo de espuma interfere diretamente em características como a temperatura, a resistência e a umidade. Há, ainda, modelos com propriedades antialérgicas, que protegem a saúde e garantem a durabilidade do produto.

Já os colchões de mola diferem tanto no tipo de mola quanto na tecnologia empregada em sua confecção. Os modelos TriPower e de molas individualmente ensacadas suportam o mesmo peso, porém, cada um tem características próprias. Esse último, por exemplo, absorve melhor os movimentos de uma pessoa sem provocar ondulações no outro lado da cama.

3. Compare os modelos oferecidos

Diante de tantos materiais e tecnologias, o mercado oferece uma grande diversidade de modelos. Dessa maneira, independentemente da marca de colchão escolhida, é preciso conhecer um pouco sobre cada uma das opções.

Espuma

Esse modelo é bastante procurado, principalmente em função do seu custo-benefício. Sua firmeza e elasticidade dependem da densidade, mas, de uma maneira geral, um bom colchão deve oferecer sustentação, afundando levemente — isto é, o suficiente para acomodar o corpo sem desalinhar a coluna.

Podem ser produzidos por meio de diferentes tecnologias e materiais. Entre as opções, podemos citar:

  • Hiper AMX: resistente, propicia excelente conforto térmico;
  • gel: ajusta-se às curvas do corpo e gera sensação de frescor;
  • látex: oferece um suporte firme e uniforme por toda sua extensão;
  • viscoelástica: foi desenvolvida pela Nasa e molda-se ao corpo, reduzindo os pontos de pressão.

Mola

Trata-se de um modelo muito procurado, tanto pelo preço e pela variedade quanto pelo hábito dos brasileiros. Feitos com um sistema de molas helicoidais e cobertos por uma camada de espuma, eles são extremamente confortáveis.

Apresentam uma gama diversificada de modelos e tecnologias empregadas, com diferentes opções de preço, firmeza e conforto. É uma alternativa ideal para a cama de casal, especialmente quando há diferença de peso entre os usuários. Afinal, o colchão de mola adapta-se facilmente às curvas do corpo, mantendo o alinhamento entre a cabeça e o pescoço quando utilizamos o travesseiro apropriado.

4. Verifique se o colchão tem selo de qualidade

A procura por colchões certificados é crescente no Brasil. Esse comportamento tem a ver com o desejo de adquirir produtos de maior qualidade e com garantias, ainda que, para isso, seja preciso investir um pouco mais. Dois órgãos dedicam-se a avaliar os itens produzidos: o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e o INER.

Aliás, o INER é o órgão que emite o selo Pró-Espuma, sendo que, dos mais de 400 fabricantes de colchões operando no país, apenas cinco o detêm — a marca Americanflex está entre eles. Veja a seguir os detalhes sobre as certificações que você precisa conhecer!

Certificação do Inmetro

O Inmetro, por meio das portarias nº 79, de 2011, e nº 386, de 2013, realiza uma série de testes de qualidade para aprovar colchões, sejam eles do tipo box ou não. Entre outros quesitos, são avaliados as dimensões, a densidade, a pureza dos materiais, a indentação (que verifica o grau de perda de dureza ao suportar determinada carga), a resiliência, a ruptura, o alongamento e o revestimento.

Já a portaria nº 349, de 2015, aponta que os itens confeccionados para uso humano, doméstico, comercial ou de serviços — os quais são feitos em espuma flexível de poliuretano e reproduzem o ambiente residencial — devem seguir as normas. São eles:

  • colchões tradicionais (geral, infantil e hospitalar);
  • colchões box conjugados, monobloco ou unibox;
  • colchões mistos;
  • colchões auxiliares;
  • colchonetes.

Colchões hospitalares que não são utilizados para prevenção, tratamento ou reabilitação em seres humanos também são citados na portaria e, portanto, precisam passar pelos rigorosos testes de ensaio do órgão a fim de receberem a certificação.

Ainda de acordo com o Inmetro, não importa a marca de colchão, o produto deve ser capaz de promover o alinhamento da coluna para, assim, evitar dores nas costas, nos ombros e nos quadris. Logo, ele deve contribuir para um sono de qualidade e, por conseguinte, com o conforto e o bem-estar durante o repouso.

Selo Pró-Espuma

O selo Pró-espuma, do INER, é considerado o atestado de qualidade máxima de colchões e também de travesseiros e estofados no país. Para receber a certificação, os produtos passam por uma rigorosa avaliação e fiscalização, ainda mais criteriosas que as praticadas pelo Inmetro.

As certificações do INER são costuradas no próprio colchão, ao lado da etiqueta do fabricante. Já a fiscalização dos produtos ocorrem periodicamente desde a produção até o varejo. O instituto recolhe o item e leva para a realização de testes físicos no Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de Curitiba, capital do Paraná.

Credibilidade do fabricante

Muitas são as exigências para receber as certificações. Os colchões de espuma, por exemplo, não podem conter mistura de materiais. O rigor é tanto que o selo, sem dúvida, representa um atestado de qualidade.

No entanto, além da certificação, a credibilidade do fabricante é outro fator que oferece segurança ao cliente no momento da escolha. Logo, é importante pesquisar sobre as marcas e procurar por aquelas que estão presentes no mercado há algum tempo, oferecendo conforto, praticidade e segurança.

5. Analise o custo-benefício

Com a infinidade de modelos existentes no mercado e, muitos deles, oferecendo a qualidade exigida, é muito importante comparar o custo-benefício do investimento. Para tanto, é fundamental considerar alguns critérios.

O principal deles é a qualidade do colchão. Desconfie de alternativas baratas demais, pois elas se desgastam precocemente e vão exigir uma nova aquisição mais rápido. Diferente dos colchões da Americanflex, que devido ao alto padrão de qualidade, tanto nos insumos quanto no processo de fabricação, buscam uma maior durabilidade.

Outra questão importante é que o modelo deve ser adequado ao seu corpo, suas características e suas necessidades. Caso contrário, os danos à saúde podem ser mais custosos do que a economia feita na compra do colchão.

Ao escolher a marca de colchão, é importante ter em mente os padrões de densidade, os tipos de materiais e os modelos disponíveis para, então, avaliar a qualidade e o custo-benefício. Dessa maneira, você poderá optar pelo item certo, isto é, de acordo com suas características, suas necessidades, suas preferências e suas possibilidades financeiras. Sem dúvida, boas opções serão encontradas durante a procura.

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Colchões Americanflex

4 Comentários

  • Paulo

    Colchão de molas costuma ceder com o peso do corpo depois de um tempo. O meu mais recente já com 7 dias de uso.
    Por que os fabricantes não entregam ao consumidor final o colchão já com um certo desgaste, de modo que ele saiba exatamente o que está comprando?

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    • Americanblog

      Olá Paulo!
      Segundo as normas da ABNT que dá o selo de certificação do INMETRO, há uma acomodação prevista que pode ocorrer nos primeiros meses de uso, porém isso depende do biotipo da pessoa e o modo de uso. Para evitar esse tipo de acomodação é recomendável fazer o giro do colchão a cada 15 dias nos primeiros meses e posteriormente uma vez ao mês. E também é imprescindível comprar um colchão de qualidade e de acordo com o seu biotipo, por exemplo, um colchão com o tipo de molejo que sustente o biotipo das pessoas que irão utilizar.
      Este seu colchão que cedeu com 7 dias é da Americanflex? Gostaríamos de verificar o seu caso, se possível nos envie um email para assistencia@americanflex.com.br

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  • Lenilce pereira fernandes

    Ola vai fazer 3 anos que comprei um colchão da ortobom por nome polipoketi com dois dias de uso começou a deformar e agora esta horrivel estou procurando outro pra comprar mais quando vou ver os comentarios de quem comprou me decepsiono por isso estou aqui pra pedir ajuda obrigada

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    • Americanblog

      Olá Lenilce, tudo bem? Será um prazer ajuda-la! Por favor, entre em contato conosco pelo whatsapp: (17) 99200-6118 ou pelo telefone: (17) 2136-8949.

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