Relaxamento

Guia: principais problemas mentais e sua relação com o sono!

  • 5 de abril de 2019
problemas mentais

Em 2017, a população brasileira era de 209,3 milhões de pessoas. Segundo a Associação Brasileira de Sono (ABS), cerca de 73 milhões de brasileiros (ou mais que um terço) sofrem com a insônia e outros problemas relacionados ao sono, o que impacta a qualidade de vida severamente.

Ao mesmo tempo, os transtornos mentais também aumentaram. Entre 2008 e 2015, o número de pessoas que convivem com a depressão, por exemplo, aumentou cerca de 15%, segundo a OMS. Já os distúrbios relacionados à ansiedade impactam 9,3% de todo o Brasil.

Mas, afinal, será que a privação do sono está relacionada com os problemas mentais? Preparamos este post para que você entenda essa questão, e, além disso, se informe sobre quais são os principais problemas de saúde mental e como melhorar a qualidade do sono. Confira!

Quais são os principais problemas mentais?

Depressão

Segundo dados da OMS divulgados em 2017, a depressão afeta cerca de 5,8% dos brasileiros. Infelizmente, esse número tende a aumentar, e a doença já é chamada de “mal do século”. A causa dos transtornos de humor, como a depressão e a ansiedade, ainda é desconhecida. No entanto, acredita-se que vários fatores, ao interagir, causem a patologia.

Dentre eles, pode-se citar o fator genético, ou seja, é comum que pessoas de uma mesma família tenham a mesma doença, e os fatores psicológicos e sociais. Nesse caso, acontecimentos estressantes, como a perda de um ente querido ou do emprego, falta de sono e outros podem propiciar o aparecimento da depressão.

O fator biológico também tem um grande peso no desenvolvimento desse transtorno. Isso porque existem neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar e prazer. Comumente, na depressão, essas substâncias estão baixas ou em falta, o que pode acarretar a doença.

De modo geral, o elemento central da depressão é um humor triste. Esse sintoma pode ser acompanhado de outros, como tristeza, choro frequente ou fácil, apatia (indiferença em relação aos entes queridos ou atividades estimadas), incapacidade de sentir prazer, angústia, ansiedade, irritabilidade e melancolia.

Além disso, existem algumas alterações físicas que acompanham a depressão. A pessoa pode emagrecer ou engordar, estar cansada constantemente ou se cansar por qualquer atividade, ter distúrbios do sono (dormir excessivamente ou ter insônia), perder o apetite, sofrer uma diminuição na libido (vontade sexual) ou dificuldade de ereção e ter dor de cabeça, por exemplo.

Frequentemente, os pensamentos têm um conteúdo pessimista, ideias de culpa e arrependimento, vontade de desaparecer e podem surgir até planos ou tentativas de suicídio.

A boa notícia é que os remédios antidepressivos podem diminuir até 60% a 70% desses sintomas quando escolhidos corretamente. Para tanto, é fundamental se consultar com um psiquiatra. Também é recomendado que o paciente faça terapia, visto que aprender a lidar com os sentimentos é uma forma de evitar o aparecimento e recaídas da doença.

Transtornos de ansiedade

Os transtornos relacionados à ansiedade configuram uma das demandas psiquiátricas mais comuns em consultórios. Basicamente, o indivíduo que fica ansioso experimenta uma sensação desagradável de apreensão e medo. É importante salientar que, em situações de perigo, o corpo se prepara e cria a ansiedade. Dessa forma, a doença é caracterizada quando há ansiedade de modo exagerado ou em situações inadequadas.

Assim como na depressão, não há uma causa determinante para o aparecimento dos transtornos de ansiedade. Os sintomas corporais gerais são palpitação, sudorese, náuseas, sensação de “nó no estômago”, vertigem (tontura), calafrios ou tremores, tensão muscular e sensação de sufocamento.

Já os sintomas psíquicos incluem insegurança, apreensão, dificuldade de concentração e nervosismo.

Os transtornos de ansiedade podem ser divididos em:

Transtorno de pânico

Essa doença é caracterizada pelo aparecimento repentino de ataques de pânico, ou seja, manifestações agudas e graves de ansiedade. O paciente experimenta uma vivência de extremo medo (de enlouquecer, de perder o controle ou de ficar em locais públicos, por exemplo) e sensação de morte, que podem ser acompanhados dos sintomas gerais citados.

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

O TOC é uma doença que pode apresentar diferentes graus de gravidade. Em geral, atrapalha muito a vida da pessoa, dado que os comportamentos repetitivos tomam tempo e podem prejudicar relações de trabalho e afetivas.

Pensamentos obsessivos são aqueles que invadem o psicológico de forma repetida e contra a vontade do paciente. Normalmente, trazem bastante ansiedade, e é preciso consumar o pensamento com um ato compulsivo para que ela diminua.

Como exemplo, pode-se citar uma pessoa que pensa constantemente em conferir se as portas estão fechadas. O pensamento domina a mente de tal forma que, enquanto o indivíduo não conferi-las, não se sentirá aliviado.

Transtorno de ansiedade generalizada

Esse é o transtorno de ansiedade mais comum entre as pessoas que procuram atendimento. É caracterizado, basicamente, por um medo excessivo e abrangente. Normalmente, a pessoa se preocupa demasiadamente com o futuro, o que causa sentimentos de tristeza e sofrimento, ou com os entes queridos, por exemplo.

Outros transtornos menos comuns são a fobia social (medo excessivo de humilhação em público), fobia específica (medo exagerado de aranhas, por exemplo) e transtorno de estresse pós-traumático. O tratamento é direcionado para os sintomas que o paciente sente. Basicamente, utilizam-se medicações antidepressivas, e, em alguns casos, é necessário usar antipsicóticos. A psicoterapia é muito importante, assim como a realização de atividades físicas.

Estresse

Em um cotidiano cada vez mais cheio de estímulos, regras, imposições e responsabilidades, sofrer com o estresse tornou-se uma situação comum. Na realidade, em doses baixas, o estresse é benéfico, pois prepara o organismo para reagir a determinadas vivências.

O problema é que, devido a essas situações recorrentes, a ativação do estresse se torna crônica. Ou seja, ela acontece constantemente, o que causa sintomas desagradáveis. Dentre eles, pode-se citar esquecimento, irritabilidade, dificuldades para dormir ou manter o sono, dor de cabeça, tontura, tensão muscular, dificuldade de concentração no estudo ou trabalho, ansiedade e tristeza.

Além disso, acredita-se que o estresse esteja relacionado a uma chance maior de desenvolver eventos agudos, como o infarto e o acidente vascular encefálico (AVE), popularmente chamado de derrame, assim como propicia o aparecimento de algumas doenças, como a depressão e os transtornos de ansiedade.

O tratamento deve ser feito, inicialmente, com a mudança de hábitos. É preciso que o paciente fique longe dos eventos estressores e modifique o seu estilo de vida, a fim de ter mais qualidade e bem-estar. Nesse caso, é recomendado melhorar a alimentação e o sono, praticar atividades físicas e também fazer terapia.

Em algumas situações, pode ser necessário o uso de medicação, o que é feito com remédios ansiolíticos e antidepressivos.

Transtorno bipolar

A pessoa com esse tipo de transtorno alterna dois polos de humor, o que dá origem ao nome da doença. No transtorno bipolar tipo 1, o paciente tem episódios depressivos leves a graves, que são intercalados com fases de mania. Já no transtorno bipolar tipo 2, a pessoa também tem episódios de depressão, mas que são intercalados com fases de hipomania.

Mas, afinal, o que seriam mania e hipomania? Na síndrome maníaca, ocorre a euforia, que é chamado de alegria patológica, devido ao exagero. De modo geral, o paciente fica com a autoestima mais elevada, acreditando ser o melhor, com intenso bem-estar e satisfação pessoal. Em alguns casos, há delírios de grandeza (acredita ser um rei), de poder ou de riqueza. Assim, a pessoa pode comprar compulsivamente itens ou propriedades fora do seu padrão de vida, por exemplo.

Também é comum que a conversação fique rápida e muito fluente, haja agitação e desinibição social e sexual, com demonstrações sexuais públicas e promiscuidade. A hipomania é uma forma atenuada do episódio de mania, em que o paciente tem energia incomum e disposição, além de bom humor excessivo.

Assim como nos outros transtornos de humor, não se sabe qual é a causa do transtorno bipolar, mas os fatores biológicos, sociais e genéticos interagem entre si nesse processo. O tratamento é baseado nos remédios conhecidos como estabilizadores de humor. Podem ser necessárias drogas sedativas ou antipsicóticas se houver alucinação, por exemplo. Além disso, os antidepressivos também fazem parte da terapia em alguns casos.

Transtornos alimentares

Anorexia

A anorexia nervosa é caracterizada por uma distorção da imagem corporal. O paciente com essa doença tem um medo intenso de ser gordo ou de ganhar peso, mesmo que esteja com peso abaixo do normal para a altura e idade. As causas são diversas, mas normalmente estão relacionadas ao social, ou seja, o padrão atual de magreza imposto pela sociedade e pela família.

Para diminuir o peso do corpo, o paciente diminui drasticamente a ingestão de alimentos, mesmo estando com fome ou pensando frequentemente em comida. Em alguns casos, há episódios de descontrole, em que a pessoa se alimenta vorazmente. Após, vem a culpa pelo ato, e a pessoa faz uso de laxantes ou diuréticos e provoca vômitos.

É fundamental que o tratamento seja feito com terapia, a fim de trabalhar as questões psicológicas ligadas à imagem corporal. Além disso, podem ser usados medicamentos que aumentam a sensação de bem-estar, como os antidepressivos.

Bulimia

A bulimia é uma doença ainda mais comum que a anorexia. Esse transtorno é caracterizado pela ingestão compulsiva de grandes quantidades de alimentos que é acompanhada por uma sensação de perda de controle. Após a ingestão, o paciente também tenta compensar o excesso e, assim, faz uso de laxantes e induz o vômito.

A diferença para a anorexia é que, devido aos frequentes episódios de descontrole e compulsão, o peso corporal não diminui drasticamente, sendo que algumas pessoas podem até manter o peso corporal normal.

O tratamento é semelhante ao da anorexia, sendo necessário intervenção multidisciplinar. Ou seja, de psiquiatra (medicação), psicólogo (terapia) e apoio familiar.

Transtornos relacionados ao uso de substâncias

O consumo de álcool, tabaco e outras drogas é uma preocupação mundial. Esse quadro se torna ainda pior se levarmos em conta que o álcool e o cigarro são drogas legalizadas e de fácil acesso. Essas substâncias têm potencial de abuso, o que pode acarretar dependência no indivíduo.

Todos esses transtornos são de difícil controle, uma vez que as recaídas são muito comuns. O tratamento é feito com abstinência total da droga usada, medicações para diminuir o poder sedativo ou o prazer ao usá-la e antidepressivos. Também é fundamental que o paciente tenha apoio psicológico, o que pode e deve ser feito tanto em sessões individuais de terapia quanto em grupo, nas associações de tabagistas, alcoólicos e narcóticos anônimos.

Como o sono se relaciona com os transtornos mentais?

A privação das horas de sono se tornou algo bastante comum no cotidiano das pessoas. Afinal, são tantas tarefas para riscar da lista que dormir cedo se tornou impossível. Além disso, a preocupação com os compromissos do dia seguinte, familiares, problemas financeiros e outros é uma causa comum de insônia, o que também impacta negativamente o descanso à noite.

Nesse contexto, é importante explicar quais são as inúmeras funções do corpo. Citar todas seria impossível, considerando que ainda há grandes mistérios para a ciência e muitos dos processos não foram explicados.

No entanto, pode-se citar, por exemplo, a regulação do metabolismo e da função endócrina. Segundo resultados de uma recente pesquisa divulgada pela revista BMC Public Health, pessoas que dormem menos de 6 horas estão mais propensas a ter alto teor de açúcar no sangue (diabetes), descontrole da pressão arterial, níveis exagerados de colesterol e a desenvolver doenças mentais.

Além disso, dormir bem é fundamental para consolidar as informações aprendidas durante o dia, assim como para promover o bom humor e a produtividade no dia seguinte. Também é durante esse período que a mente repõe as energias, se preparando para o desgaste tanto físico quanto mental.

Por fim, durante o sono, são produzidos elementos-chave, como o cortisol e a serotonina, para a manutenção saudável de alguns transtornos mentais. Esses hormônios são responsáveis pela sensação de bem-estar, prazer e bom humor. A sua falta é característica de doenças como a depressão, a ansiedade e o transtorno bipolar. Como visto, ter uma boa noite de sono é imprescindível para a manutenção da saúde mental.

É por esse motivo que a má qualidade do sono tem uma ligação íntima com problemas mentais. Atualmente, sabe-se que a privação crônica do descanso noturno pode ser um fator de risco para desenvolver agitação, irritabilidade, dificuldade de concentração, distorções de percepção da realidade, alucinações, depressão e até crises de pânico ou de bipolaridade.

O grande problema é que a falta de sono se torna um círculo vicioso. Isso porque, além de propiciar o aparecimento de patologias mentais, a dificuldade de dormir é uma característica dessas doenças. Dessa forma, a pessoa que tem problemas mentais dorme pouco, e a falta de sono crônica piora a sua condição em uma espiral que não tem fim.

Quais as outras consequências da falta de sono?

Induz o ganho de peso

Durante o descanso noturno, o organismo produz um hormônio chamado leptina, cuja função é reduzir o apetite durante o dia e evitar a ingestão excessiva de calorias. Dessa forma, a pessoa que dorme pouco produz menos leptina, sentindo mais fome no dia seguinte. Além disso, ter menos horas de sono acarreta maior produção de grelina, um hormônio responsável pela sensação de fome.

Descontrola o metabolismo

O sono tem várias fases, sendo que existe uma mais profunda que só é alcançada após 6 a 8 horas de descanso. Nesse período, são produzidas algumas substâncias em específico, como o GH. Conhecido como hormônio do crescimento, o GH atua na regulação do metabolismo basal e na regeneração celular.

Dessa forma, a pessoa que dorme pouco ou acorda frequentemente durante a noite terá uma produção ineficiente de GH, acarretando descontrole do metabolismo. Esse problema implica em várias ações do organismo, como o aumento da glicose sanguínea, subida da pressão arterial e deposição de colesterol nos vasos, por exemplo.

Enfraquece o sistema imune

Durante o período de descanso das funções musculares, o corpo pode se dedicar a outras ações importantes. Uma delas é a produção de anticorpos, os componentes sanguíneos capazes de detectar e destruir agentes que causam doenças.

Acredita-se que pessoas que dormem pouco não realizam a produção dessas células de forma eficiente, o que acarreta uma deficiência no sistema imune. Assim, o indivíduo fica mais propenso a desenvolver doenças que seu corpo poderia eliminar facilmente. Segundo pesquisas, uma pessoa que dorme 4 horas, metade do tempo considerado ideal, tem apenas 50% de anticorpos se comparado a um indivíduo que dorme 8 horas diárias.

Promove o envelhecimento precoce

Como falado, o GH produzido durante o sono atua na regeneração celular. Esse processo é fundamental para consertar células defeituosas e destruir aquelas que estão sem funcionalidade para o corpo. Uma pessoa que dorme pouco normalmente tem uma pele sem viço, cabelos e unhas quebradiços e olheiras, resultado da falta de regeneração.

Além disso, durante a noite, o corpo pode aumentar o combate aos radicais livres, compostos que provocam o envelhecimento.

Gera menor rendimento

O menor rendimento, tanto físico quanto mental, já pode ser sentido após uma noite de sono maldormida ou passada em claro. Esse quadro é ainda mais grave quando a privação de sono se torna crônica.

Normalmente, essas pessoas ficam muito cansadas e têm uma grande queda de produtividade, seja nos estudos ou no trabalho. A motivação para exercer as atividades também diminui, assim como a proatividade e a energia. É natural que o indivíduo não tenha forças para realizar atividades físicas, o que é fundamental para uma boa noite de sono.

A limitação cognitiva é outra característica da privação de sono. Afinal, é preciso que o processo de regeneração celular ocorra nos tecidos cerebrais para que a pessoa consiga se concentrar, pensar e agir mentalmente.

Como melhorar a qualidade do sono?

Combater a insônia e melhorar a qualidade do sono é fundamental para ter uma vida saudável. Existem algumas ações que podem ser implementadas no dia a dia para alcançar essa meta. Confira:

Faça a higiene do sono

A higiene do sono é um conjunto de hábitos que devem virar rotina para o indivíduo. Isso porque existem muitas ações que causam a insônia e podem ser facilmente modificadas. A primeira delas é a restrição no uso de aparelhos eletrônicos antes de ir para a cama e ao deitar.

Smartphones, tablets e TVs emitem luzes brancas e azuis, que são capazes de inibir a produção de melatonina. Esse hormônio é responsável pela indução do sono e pela regulação do ciclo circadiano, também chamado de relógio biológico. Quando o organismo não recebe o sinal da melatonina, a mente fica desperta, espantando o sono. Esses aparelhos devem ser evitados cerca de 2 horas antes de dormir.

iluminação do quarto também é outro fator que impacta o sono. O escuro total é importante, visto que é nesse ambiente que a melatonina alcança sua máxima produção. Pessoas que precisam de alguma luz acesa ao deitar devem optar por uma lâmpada vermelha, pois essa cor afeta menos a produção de melatonina que a branca tradicional.

Por fim, é fundamental ter um bom colchão e travesseiros confortáveis, assim como um quarto silencioso e de temperatura agradável.

Pratique exercícios e tenha uma boa alimentação

Os três pilares para uma vida saudável são a alimentação equilibrada, prática de atividades físicas e uma boa noite de sono. Dessa forma, todas estão interligadas. Os exercícios físicos provêm o gasto de energia, o que ajuda o corpo a ficar cansado e mais propenso a dormir. No entanto, é indicado que eles sejam evitados nas duas horas antes de dormir, já que há liberação de adrenalina, o que mantém o organismo agitado.

A alimentação equilibrada e nos horários corretos também influencia a qualidade do sono. Antes de deitar, devem ser consumidos somente alimentos leves, e, se possível, deve-se evitar qualquer refeição cerca de 1 hora antes de dormir, a fim de garantir que a digestão tenha cessado.

Crie bons hábitos antes de deitar

Ler um livro, usar aromaterapia ou praticar meditação antes de dormir são hábitos muito positivos para induzir o sono. Além disso, a pessoa com insônia pode tomar um banho morno antes de ir para a cama ou fazer uso de alimentos naturalmente calmantes, como o chá de camomila.

Alguns acessórios para melhorar o sono podem ser interessantes, como a máscara, almofada para o pescoço e a manta massageadora. Esses itens aumentam o conforto e o bem-estar, relaxando o corpo para dormir.

Entendeu como existe uma relação íntima entre a privação do sono e os problemas mentais? A insônia é um problema muito comum e que precisa ser combatido. Caso as medidas acima não surtam efeito, é indicado procurar um médico, pois existem alguns distúrbios do sono que precisam ser tratados para que o problema seja resolvido.

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