Quais são os sintomas da fibromialgia? Entenda mais! - Blog Colchões Americanflex

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Dicas

Quais são os sintomas da fibromialgia? Entenda mais!

  • 15 de janeiro de 2019
fibromialgia

Você sente dores constantes pelo corpo, sobretudo, no pescoço, coluna ou cotovelos? Pois saiba que esses são alguns dos principais sintomas da fibromialgia. Ela é uma síndrome que afeta com mais frequência músculos, tendões e articulações, causando incômodo por até três meses seguidos.

Como você pode imaginar, sentir dores por tanto tempo traz inúmeras consequências para o dia a dia, afetando, inclusive, a qualidade do repouso. Pesquisas mostram que quem tem fibromialgia não consegue alcançar o sono profundo, o que confere uma sensação de cansaço constante.

Mas, afinal, como surge essa doença? Quais são as suas consequências e sintomas mais frequentes? Como são feitos os tratamentos? Nos tópicos abaixo, trataremos sobre essas questões e responderemos às suas principais dúvidas sobre o tema. Confira o conteúdo logo a seguir!

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O que é fibromialgia?

Antes de discutirmos sobre os sintomas e consequências da fibromialgia para o dia a dia dos pacientes acometidos pelo problema, precisamos compreender o que ela é e quais são as suas causas.

A fibromialgia é um transtorno de dor crônica que provoca dores em diversas partes do corpo. As áreas mais afetadas são articulações, tendões e músculos, como coluna, pescoço, joelhos e bacia.

É um mal que acomete mais as mulheres, embora ainda não se saiba ao certo o motivo pelo qual isso acontece. A principal hipótese, no entanto, é que a síndrome pode ter relação com os hormônios. O maior grupo de risco dessa doença são pessoas entre 20 e 50 anos, mas ela pode atingir crianças e adolescentes também.

Quais são as principais causas desse problema?

Sobre as causas da disfunção, ainda não existem conclusões definitivas. No entanto, há alguns fatores que são associados à fibromialgia. Por exemplo, ela pode ser desenvolvida a partir de herança genética, assim, é frequente que pessoas da mesma família sofram com o problema.

Algumas doenças, como depressão e ansiedade, além de sedentarismo e até mesmo distúrbios do sono, podem ter ligação, de algum modo, com a fibromialgia. Há indícios também de que traumas emocionais ou físicos podem ser fatores desencadeadores do distúrbio. Além disso, doenças autoimunes e infecções causadas por vírus estão relacionadas com a causa.

Portanto, se você tem histórico familiar da doença ou sofre de artrite reumatoide ou lúpus, por exemplo, deve ficar muito atento, porque suas chances de desenvolver fibromialgia são maiores. Nesse caso, o diagnóstico deve ser feito por um médico clínico geral ou reumatologista.

Outra hipótese, como foi mencionado pouco acima, é de que a doença tenha alguma relação com a secreção de hormônios. A maioria dos especialistas acredita que as substâncias produzidas pelas mulheres, como o estrogênio e a progesterona, podem ser um fator desencadeador do problema.

Além disso, é sempre bom lembrar que esse é um distúrbio que não tem cura, mas que há diversas formas de tratamento para amenizar os sintomas. Falaremos sobre isso mais adiante.

Quais os principais sintomas da fibromialgia?

Os sintomas da fibromialgia são diversos, mas o mais comum deles é a dor severa em algumas partes do corpo, um sinal que já citamos no decorrer de nossa conversa. O grande diferencial é que o incômodo pode atingir diversas áreas ao mesmo tempo e durar até três meses, causando rigidez.

A dor ao toque é outro sintoma, ou seja: a sensibilidade é tão grande que o incômodo fica bem mais intenso em caso de contato. Ao acordar, quem sofre de fibromialgia sente os músculos rígidos, além de ser comum também levantar já sem disposição, devido ao cansaço excessivo, que é outro sintoma.

Outro prejuízo é a dificuldade de concentração e a perda da capacidade de memória. Dores de cabeça também são frequentes e não podem ser desconsideradas. Os pacientes ainda podem sofrer com prisão de ventre ou diarreia, já que a síndrome do cólon irritável é comum.

Quem tem esse distúrbio também pode sentir formigamento nos pés e mãos, tontura, dor abdominal e pernas inquietas na hora do sono. Há ainda os sintomas psicológicos, que incluem ansiedade e depressão, além do desânimo, tristeza e sentimento de impotência diante da doença, o que pode causar desinteresse nas atividades rotineiras.

Com isso, podemos perceber que a fibromialgia é um distúrbio praticamente incapacitante, já que atinge o corpo do paciente por completo e prejudica até mesmo a sua saúde mental. A qualidade de vida, nesses casos, torna-se muito baixa devido à grande quantidade de dor e à frequência desses sintomas.

É possível tratar a fibromialgia? Como os tratamentos são feitos?

Ainda que não exista uma cura para esse problema, existem tratamentos que podem minimizar esses sintomas que afetam tão fortemente a rotina do indivíduo. Algumas opções são: fisioterapia, atividades físicas, técnicas de relaxamento e alívio de estresse, como com massagens, entre outras.

Há ainda o tratamento medicamentoso. Os remédios utilizados geralmente são os para depressão e epilepsia, porque têm ação analgésica, para aliviar as dores. Outra opção são grupos de apoio e até mesmo terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a lidar com os pensamentos negativos, estabelecer limites, buscar atividades agradáveis e entender e conhecer melhor a doença.

Por fim, podemos citar também uma opção mais moderna, o tratamento a laser. Esse é um método muito interessante e que tem mostrado resultados bastante satisfatórios. O tratamento é completamente indolor e nada invasivo, e promete melhoras consideráveis na sensação de dor após poucas sessões.

Além dos tratamentos, o que podemos fazer para conviver com esse problema?

Além dos tratamentos medicamentosos e do acompanhamento médico, que é indispensável para quem sofre com essa doença no dia a dia, podemos citar a implementação de alguns hábitos benéficos como uma atitude vantajosa para quem tem fibromialgia.

A seguir, veremos algumas atitudes que podem fazer com que os pacientes portadores desse distúrbio tenham mais qualidade de vida e possam viver muito melhor. Confira:

Faça exercícios físicos regularmente

A prática regular de exercícios físicos é, além de extremamente benéfica para o organismo, essencial para os portadores de fibromialgia. Ao reduzirem o estresse e auxiliarem na produção de substâncias que inibem as dores e induzem à sensação de bem-estar, os exercícios são uma ferramenta fundamental para a qualidade de vida nesses casos.

Procure dormir bem

A fibromialgia é um problema que afeta diretamente a qualidade de sono dos pacientes acometidos. Por isso, investir em estratégias para deixar as noites mais bem-dormidas, como um bom colchão, é algo muito importante. Mais à frente, falaremos melhor sobre esse assunto!

Crie uma rotina saudável

Estipular horários para comer, se exercitar e dormir também é outra maneira de ajudar na redução das dores. Com a regulação do relógio biológico, é possível passar a entender melhor o próprio corpo e, assim, ter uma vida com mais qualidade.

Busque terapias alternativas

Terapias alternativas, como a acupuntura, a quiropraxia e o pilates, também podem ser muito vantajosas para a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a fibromialgia em seu dia a dia. Procure mais informações sobre esses temas e fale com o seu médico sobre a possibilidade de realizar tais atividades.

Como essa doença afeta o sono?

Um dos sintomas mais recorrentes da fibromialgia são os distúrbios do sono. É comum ouvir de quem tem a doença que levanta pela manhã com a sensação de nem ter dormido, ou seja, ainda cansado e sem energia.

Segundo pesquisas, essa disfunção atrapalha o momento em que a pessoa deveria alcançar o estágio mais profundo do sono, chamado de delta. É esse o motivo da exaustão.

Como consequência, está a dificuldade para dormir, sensação de cansaço após o sono, acordar várias vezes durante a noite ou levantar muito cedo, dormir em excesso, às vezes mais de 10 horas por dia, e ter sonhos vívidos.

Como dormir melhor com a fibromialgia?

Você pode imaginar o quanto não dormir bem atrapalha a rotina de uma pessoa. Para quem sofre de fibromialgia, isso pode ser ainda mais complicado, mas há algumas dicas para facilitar o descanso.

O mais importante é ter um colchão confortável, já que ele faz toda a diferença no repouso. Dessa forma, é essencial achar um que se adeque às suas necessidades ergométricas e aos seus gostos pessoais.

Outro truque é controlar o estresse antes de ir para cama. Práticas como meditação ou ouvir músicas relaxantes para dormir podem ajudar. Além disso, mantenha a televisão desligada e o celular também, pois eles atrapalham seu descanso.

Ter uma rotina de sono é muito importante. Estabeleça um horário para dormir e outro para acordar e siga-os à risca todos os dias. Só atente para calcular o tempo ideal de descanso para o seu organismo. Embora a média indicada seja de oito horas por noite, cada corpo tem necessidades distintas.

O que evitar?

Além disso, evite certos alimentos antes de deitar, porque podem atrapalhar o repouso. Estamos falando, principalmente, de produtos com cafeína, como café, chá, refrigerantes e chocolate. A restrição vale também para bebidas alcoólicas e tabaco.

Sabia que alguns remédios também interferem na qualidade do sono? Por isso, é importante conferir os efeitos colaterais deles. Se possível, evite antialérgicos, benzodiazepínicos, como diazepam e clonazepam, opioides, como a morfina, e até os antiepiléticos como fenobarbital — eles trazem efeitos como sonolência.

Agora você já conhece os sintomas da fibromialgia e suas causas e tratamentos. Assim, é primordial estar atento às mudanças do corpo para tentar identificar qualquer anormalidade. Procurar um médico também é importante para um diagnóstico correto. Afinal, embora essa seja uma doença crônica, há formas de conviver com ela, sem deixar de ter uma vida feliz!

E, aí? Gostou deste conteúdo? Ficou com alguma dúvida sobre o impacto das noites de sono no tratamento da fibromialgia e como essa doença pode afetar a qualidade do mesmo? Então, entre em contato com a gente! Estamos à disposição para responder às suas perguntas e, claro, ajudá-lo a escolher o melhor colchão para o seu caso.

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