Relaxamento

Sintomas do estresse: tudo o que você precisa saber!

  • 16 de agosto de 2019
sintomas estresse

Você sabia que o Brasil é o segundo país mais estressado do mundo? Diante das mudanças no cotidiano, inclusive, essa é uma condição que afeta cada vez mais pessoas em todo o planeta. O problema é que ele pode causar impactos graves no bem-estar, o que exige cuidado especial. Então, nada melhor que conhecer os sintomas do estresse.

Esses sinais indicam que existe algo de errado e que é o momento de buscar ajuda. Com atenção ao corpo, é possível evitar o acúmulo de consequências negativas e de prejuízos à saúde. Para não ter dúvidas, veja tudo o que é preciso conhecer sobre o tema e cuide-se melhor!

O que é estresse?

Em relação à saúde, o estresse é um quadro que gera tensão, excitação ou mudanças no organismo. Ele é causado por fatores emocionais, físicos ou mentais e pode ter impactos tanto psicológicos quanto físicos.

Não se trata de uma doença, mas, sim, de uma reação. Esse é um processo essencial à sobrevivência humana, já que, no começo da civilização, servia como um sinal de alerta. Em uma situação de perigo ou apreensão, o corpo entrava nesse modo, para que os seres humanos pudessem se defender, caçar e sobreviver.

Os sintomas do estresse são causados, de forma geral, pelas mudanças hormonais. Há uma grande liberação de substâncias, como o cortisol. Quando ele fica elevado, o organismo entra em alerta.

Ao praticar uma atividade física ou passar por uma emoção positiva, o corpo entra em um rápido estado de agitação e logo volta ao normal. O problema surge quando os níveis são mantidos altos em curto, médio ou longo prazo. Nesses casos, o quadro é consolidado.

Quais os tipos de estresse existentes?

Ao falar nessa condição, é comum achar que existe apenas um tipo. Afinal, essa reação parece universal, não é mesmo? No entanto, há mais de um tipo e as pessoas reagem de forma diferente a cada ocorrência.

Para entender os sintomas do estresse de maneira completa, portanto, vale conhecer as divisões. Veja quais são os tipos existentes e descubra como eles se manifestam!

Agudo

A forma mais comum também é conhecida como estresse agudo. Trata-se de um quadro momentâneo e que, normalmente, surge em resposta a uma situação atual. Ele atinge seu pico rapidamente e, por isso, tem uma duração menor.

Entre os principais impactos, há o estresse emocional, que se manifesta por meio de raiva, irritabilidade ou ansiedade. Ainda é comum sentir algumas dores físicas e uma “aceleração” do organismo.

Agudo episódico

Há, ainda, a versão episódica. Ele não é um quadro crônico, mas se repete com bastante frequência. Os estímulos específicos, como uma situação cotidiana (como o trânsito) causam essa reação. Após o período agudo, tudo volta ao normal.

O problema é que os efeitos no corpo são persistentes. As dores duram mais tempo e a mudança no ritmo, também. Então, mesmo sem estar estressada naquele momento, a pessoa encara algumas consequências leves.

Crônico

O estresse crônico, por outro lado, é um quadro de médio e longo prazo. É rotineiro e acompanha as pessoas todos os dias, praticamente em todos os períodos do dia.

Naturalmente, os impactos no organismo se acumulam a cada momento que passa. Então, os recursos físicos e mentais são utilizados o tempo inteiro, o que pode gerar um esgotamento. Nesse cenário, há grandes alterações de hormônios, como o cortisol. Lançado na corrente sanguínea, essa substância mantém o corpo sempre em alerta, o que gera impactos negativos.

Os sintomas do estresse crônico são ainda mais intensos, duradouros e perigosos. Para algumas pessoas, até aumenta o risco de desenvolver uma condição fatal.

Pós-traumático

O estresse pós-traumático é um distúrbio causado pela dificuldade de se recuperar de uma experiência muito negativa e traumática. Embora seja passageira, pode durar anos, em alguns casos.

Nesse quadro, a pessoa revive a situação em diversas oportunidades e sofre efeitos físicos. Basta o disparo de um “gatilho” para retomar ao evento e sentir palpitação, sudorese, aperto no peito, medo intenso e condições relacionadas.

Se não for tratado corretamente, pode gerar ou fortalecer diversos problemas mentais, como ansiedade, depressão e Síndrome do Pânico.

Ocupacional

Além de tudo, há o chamado estresse ocupacional, que é motivado pelo trabalho e se manifesta, principalmente, no ambiente corporativo. Apesar disso, também se propaga para a vida pessoal e social da pessoa.

Os sintomas incluem mudanças de humor, perda de produtividade, falta de concentração e insatisfação. O maior problema é que ele talvez culmine na Síndrome de Burnout ou de esgotamento. Nesse distúrbio, o indivíduo fica esgotado física e mentalmente pelo trabalho, o que pode incapacitá-lo.

Quais os sintomas do estresse?

Independentemente do tipo, o quadro sempre apresenta indícios. Estar atento aos sintomas do estresse é essencial para procurar ajuda no momento adequado — quanto antes, melhor. Além disso, é um jeito de entender as reações do seu corpo e de corrigi-las para ter mais qualidade de vida.

Na sequência, veja quais são os principais indicadores desse caso e entenda quais pontos merecem a sua atenção!

Dificuldade para dormir

Como todos os sistemas permanecem em alerta, o organismo tem mais dificuldade para relaxar. A frequência cardíaca alta, a respiração ofegante e as preocupações geradas pelo estresse emocional são os maiores problemas. Isso pode causar insônia, pesadelos recorrentes e até sonambulismo.

Além de tudo, é comum ocorrer o bruxismo, o que prejudica os dentes e dar origem a dores de cabeça constantes. Como resultado, o sono reparador não é obtido e você levanta com a sensação de cansaço.

Quedas de cabelo

Outro entre os sintomas tem a ver com a aparência dos cabelos. Com as alterações no metabolismo, eles ficam mais finos e quebradiços. Além disso, os poros responsáveis pela “estrutura” dos fios é afetada. Como resultado, há uma queda maior de cabelo.

Em homens e até em mulheres, talvez ocorra um quadro de calvície ou alopecia. É uma condição reversível, mas somente se o cenário estressor for tratado.

Tensão muscular

Os músculos reagem a diversos estímulos nervosos, que comandam seus movimentos. Quando você está estressado, o cérebro manda uma mensagem de alerta para todo o corpo. É algo que faz com que os músculos se contraiam em resposta, o que aumenta a tensão muscular.

É por isso que pessoas estressadas sentem costas e ombros travados e mais dores nessa região. Também é algo que aumenta os riscos de lesões. Como os músculos estão nessa condição, qualquer impacto maior pode gerar danos. Ir para a academia em um quadro de estresse, por exemplo, torna-se especialmente perigoso.

Dores de cabeça

A tensão muscular, inclusive, é uma das causas para dores de cabeça e enxaquecas. As dores musculares, normalmente, geram uma “pressão” na região da cabeça. Além disso, as mudanças nas substâncias do organismo alteram a percepção de dor. Como resultado, o sintoma aparece com força.

Os sintomas do estresse ligados à questão psicológica, como alterações de humor e irritabilidade, também motivam esse quadro. Se a reação for crônica, a dor assume essa condição.

Mudanças de apetite

A forma como você se alimenta é outro aspecto afetado pelo estresse. Diante desse cenário, talvez haja uma dificuldade na sensação de saciedade. Com isso, muitas pessoas experimentam ocorrências de compulsão alimentar, o que gera o ganho de peso.

Por outro lado, outras pessoas perdem o apetite, total ou parcialmente. Em algumas situações, pode até surgir a anorexia nervosa, que é potencializada por dores estomacais, por exemplo.

Outros sintomas

Além de todas essas condições, há outros sintomas do estresse que não podem ser ignorados. O sistema imunológico é diretamente afetado e isso eleva o risco de pegar uma gripe, um resfriado ou outra doença contagiosa.

Também há um aumento na frequência cardíaca, alteração da respiração e mudança no sistema digestivo. Azias, enjoos, dores e até vômitos se somam a outros sinais do quadro.

Do ponto de vista psicológico, ocorrem mudanças bruscas de humor, tristeza, nervosismo e dificuldade de concentração. Em algumas pessoas, há a manifestação de comportamento nervoso, como roer unhas ou arrancar fios de cabelo.

Quais fatores influenciam no estresse diário?

Mesmo quando é do tipo agudo ou episódico, o estresse do cotidiano não surge do nada. É preciso que os chamados agentes estressores estejam presentes, de modo a desencadear essa reação do organismo.

Cada pessoa é diferente e reage de uma forma a certas situações. No entanto, alguns motivos aparecem de maneira mais frequente. Veja quais são!

Insatisfação pessoal ou profissional

Quem apresenta algum nível de insatisfação em médio prazo, normalmente, sofre com os sintomas do estresse. É o caso de quem está em um relacionamento infeliz ou se sente pouco valorizado no trabalho.

Essa situação é lida pelo cérebro como sendo desagradável, o que culmina no desequilíbrio químico do corpo. Como esse é um quadro construído aos poucos, tem a ver com a ocorrência crônica.

Carga excessiva de responsabilidades

Quem tem muitas responsabilidades tem mais preocupações e apresenta maiores riscos de sofrer com ansiedade. Ao assumir compromissos além do que é capaz de cumprir, a pessoa acaba estressada. Consegue se identificar?

É o caso de quem faz longas jornadas no trabalho ou passa por uma situação de instabilidade. Na vida pessoal, a chegada de um filho ou mesmo a necessidade de cuidar da casa após o expediente já contribuem para esse problema.

Falta de descanso adequado

O ritmo do cotidiano é outro grande vilão. Não descansar o suficiente impede que o corpo se recupere e mantenha o nível normal de funcionamento. Como consequência, os sintomas do estresse aparecem.

Inclusive, isso também tem a ver com as horas de sono. Não dormir bem ou por tempo o suficiente prejudica o organismo de diversas formas, leva à perda de rendimento e à consolidação desse quadro.

4.4. Dificuldades no cotidiano

Os diversos problemas da rotina geram preocupação, frustração e o cenário perfeito para essa ocorrência. Quem sofre com falta de dinheiro, términos de relacionamento, perdas ou doenças, por exemplo, entra em uma condição de estresse.

Normalmente do tipo agudo ou episódico, a situação tende a se agravar se não for manejada corretamente. Como os desafios sempre surgem, esse cuidado se torna indispensável.

4.5. Pressão social

Além de tudo, as características da sociedade influenciam a ocorrência dessa situação. A competição por resultados melhores no trabalho ou a busca constante por aprovação geram preocupações excessivas.

Até mesmo a tecnologia pode ser uma vilã. Alguns usos das redes sociais motivam comparações, sentimentos de baixa estima e pensamentos do tipo. Com isso, muitos usuários ficam estressados de forma episódica ou crônica.

5. Quais as consequências do estresse no dia a dia?

Os sintomas do estresse não são o único problema associado a esse quadro. Também podem ocorrer diversos efeitos prolongados na saúde e nos relacionamentos, o que prejudica a qualidade de vida.

Ao conhecer os impactos, é possível se preparar para tentar evitá-los ou contorná-los. Principalmente, é um jeito de se proteger. Então, descubra quais são os pontos de destaque!

Obesidade

De acordo com uma pesquisa publicada na revista Obesity, o estresse crônico em adultos aumenta os riscos de obesidade permanente. Além disso, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Médica Garvan concluíram que comer em situações de do tipo amplia as chances de engordar.

Tudo acontece porque o corpo perde equilíbrio, devido à grande quantidade de hormônios lançados na corrente sanguínea. Ainda, como visto, há alterações no comportamento de apetite. Como resultado, há um ganho de peso que pode motivar outras doenças, como hipertensão e diabetes.

Problemas cardiovasculares

Outro efeito potencialmente perigoso tem a ver com o sistema cardiovascular. Quem está constantemente estressado corre mais o risco de infarto — inclusive, se acontecer de maneira repentina, segundo o Hospital do Coração. Para o Ministério da Saúde, esse quadro é o 4º maior fator de risco para problemas de coração no Brasil.

Além de a obesidade ser um fator por conta do entupimento arterial, há outros impactos físicos. O aumento do ritmo cardíaco e o organismo em alerta são os principais motivos para o comprometimento da saúde cardiovascular.

Alzheimer

O funcionamento do cérebro é outra atividade afetada pelos sintomas do estresse. De acordo com a Universidade de Copenhague, o estresse crônico, a ansiedade e o cansaço podem criar as condições para o desenvolvimento de doenças neurológicas. O risco de sofrer com Alzheimer, por exemplo, aumenta até 40%.

Com o corpo em alerta, há um gasto muito maior de energia, e mais conexões cerebrais têm que ser feitas. No entanto, ficar sempre em alerta sem um perigo real só consome recursos vitais. O resultado é o mau funcionamento de várias partes, inclusive das células cerebrais. Então, quadros de demência podem aparecer como principal impacto.

Problemas intestinais

A conexão entre o cérebro e o intestino é maior que você imagina. É por isso que já há evidências científicas de que o estresse pode afetar o funcionamento intestinal. Numa situação do tipo, a descarga hormonal compromete bactérias boas da região e favorece o desenvolvimento das ruins. Isso altera a atuação do sistema e causa impactos no bem-estar.

Para completar, situações do tipo também levam a mais constipação ou, no lado oposto, a quadros de diarreia. Tudo afeta a absorção de nutrientes e o funcionamento do restante do organismo.

Depressão e ansiedade

E não é só a parte física do corpo que sofre. Diante dos sintomas do estresse, a parte psicológica também é afetada de forma diferente. Segundo pesquisadores da Universidade de Bristol, o estresse quando jovem pode levar ao desenvolvimento de depressão no futuro. Além disso, um ambiente estressor aumenta a inflamação dos neurônios e eleva o risco de depressão e ansiedade, de acordo com pesquisadores da Universidade de Quioto.

Tudo acontece por conta do desequilíbrio do corpo. Como a maior parte da energia é utilizada para o estado de atenção, o organismo não consegue produzir e liberar os neurotransmissores de maneira equilibrada. Há, portanto, um comprometimento da saúde mental.

Outras consequências

Além desses efeitos, há outros impactos causados pela reação. Pode ocorrer um quadro de hipertensão, motivado pela obesidade e pela alteração na frequência cardíaca de forma constante. Isso afeta ainda mais o sistema cardiovascular e exige máxima atenção.

Também há efeitos no sistema digestivo, como o surgimento de úlceras estomacais e a gastrite nervosa. Na aparência, a pele e as unhas ficam fracas e com um aspecto pouco saudável.

O estresse tem, ainda, consequências para a fertilidade e para a vida sexual. Além de aumentar os riscos de perda de libido e disfunção erétil, prejudica o ciclo menstrual e diminui as chances de gravidez, por exemplo.

Como lidar com o estresse?

Identificar o quadro, a partir dos sintomas do estresse, é o primeiro passo. Depois de reconhecer a questão, é hora de pensar em meios de melhorar a sua qualidade de vida. Nem sempre é possível impedir o problema, mas há como gerenciá-lo.

Para transformar a sua vida de um jeito positivo, veja como lidar com o estresse!

Tenha hábitos de vida saudáveis

Mudar algumas características do seu cotidiano é o jeito de evitar, diminuir ou eliminar os sintomas e seus impactos. Então, comece pensando em ter uma alimentação saudável. Com o balanço certo de nutrientes, é possível cuidar melhor do corpo, manter o bom funcionamento e até impedir o estresse.

Também é muito relevante praticar atividades físicas. Se não quiser ir para a academia, que tal aproveitar o ar livre ou curtir os benefícios do alongamento? O importante é buscar meios de se manter em movimento.

Durma melhor

Dormir corretamente é um hábito saudável, mas é tão necessário que merece destaque. Para dormir tempo o suficiente e com qualidade, comece pela higiene do sono. Evite comer alimentos pesados à noite, não mexa no celular antes de deitar e crie horários para dormir e acordar.

Também é essencial ter um colchão confortável e bons travesseiros. Um travesseiro de corpo, inclusive, pode tornar a experiência ainda melhor. Com essa atenção para o repouso, há a chance de se refazer da maneira certa.

Tenha momentos de lazer e relaxamento

Além do descanso na noite de sono, é preciso reservar momentos leves na sua rotina. Ter períodos longe de obrigações pessoais ou do trabalho faz toda a diferença, então é hora de pensar no lazer.

Encontre um hobby ou atividade para se dedicar, por exemplo. Também vale interagir com bichinhos de estimação, aproveitar a natureza, ficar entre amigos, assistir a filmes, ouvir músicas e ler seu livro favorito.

Para completar, crie períodos de relaxamento. Você pode praticar ioga ou meditação para aliviar as tensões e fugir do estresse, por exemplo. Também vale investir em outras opções, como tomar um banho quente, acender velas ou conversar com alguém. O importante é poder reduzir suas preocupações, em vez de deixar que se acumulem.

Entenda quais são (e evite) os seus gatilhos

Para lidar com os sintomas do estresse e com o quadro, também é fundamental caprichar no autoconhecimento. Reconhecer seus gatilhos significa entender qual tipo de estímulo o deixa estressado.

Se o problema é o prazo do trabalho, comece a adiantar algumas tarefas. Já se a dificuldade for um relacionamento, busque formas de melhorá-lo. Assim, você impede que as crises ocorram.

Ao conhecer os gatilhos, também é mais fácil evitá-los e impedir o surgimento de um quadro que, na verdade, é desnecessário.

Como um especialista pode ajudar a amenizar o estresse?

Além de utilizar as técnicas para lidar com os sintomas do estresse e com a condição, a ajuda direcionada faz a diferença. Os especialistas, como psicólogos e terapeutas, podem aumentar a sua qualidade de vida e até proteger a saúde.

Mas, afinal, como isso acontece? Ao compreender esse cuidado, fica mais claro por que é tão importante procurar um especialista no assunto. Então, veja como um profissional do tipo ajuda a amenizar!

Diagnóstico do quadro

O responsável realiza um diagnóstico com grande segurança. Esse é o primeiro passo para gerenciar a condição com sucesso. A partir dos sintomas do estresse e de uma análise sobre o comportamento, ocorre uma avaliação completa. Ele é capaz de indicar o tipo com o qual você sofre e quais são as principais causas e efeitos.

Realização de terapias

Após o reconhecimento do tipo de estresse, o especialista poderá ajudá-lo a lidar com a condição por meio de terapias. Um psicólogo, por exemplo, recomenda exercícios ou até o uso de medicamentos.

Já um terapeuta alternativo aplicará diversas técnicas, as quais ajudam a obter os resultados esperados, como a aromaterapia ou a acupuntura. Com a ajuda especializada, é possível conquistar uma mudança duradoura e positiva.

Controle dos sintomas e efeitos

Além de ajudar a reverter ou controlar o quadro, um especialista também ajuda a cuidar dos sintomas do estresse. Esse profissional poderá recomendar meios para garantir relaxamento muscular ou para lidar com o sonambulismo que pode ser gerado pela condição, por exemplo.

É, principalmente, um jeito de proteger a sua saúde e o seu cotidiano. Dessa forma, é possível evitar diversos prejuízos e obter uma sensação de bem-estar maior.

Os sintomas do estresse se manifestam em várias intensidades e de diferentes modos entre as pessoas. O importante é ficar de olho em como seu corpo reage e buscar meios de se livrar do problema. Assim, você terá uma vida mais feliz e com maior qualidade!

Como a falta de sono pode ser um dos gatilhos, conheça diferentes chás para dormir melhor e descanse do jeito ideal!

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